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Autor mossoroense lança livro que conta histórias das locadoras de games e fliperamas das décadas de 1990/2000

Por em 5 de julho de 2019 às 10:10:59

Se você foi criança ou adolescente durante a década de 90 e 2000, provavelmente deve se identificar com frases como estas: “Põe uma hora pra mim!”, “Vamos jogar de dois?”, “Chegou jogo novo?”, “Quem perder paga!”, “Se derrubar o controle, perde o tempo.”, entre tantas outras.

O livro Memorial Locadoras & Fliperamas, do professor Abrahão Lopes, faz um resgate histórico das locadoras de games e fliperamas de algumas das principais cidades do Rio Grande do Norte: Natal, Mossoró e Ceará-Mirim.

As histórias das locadoras daquela época são contadas através crônicas que narram experiências vividas pelo autor, descobertas, amizades, decepções e opiniões sobre esses espaços que eram ponto de encontro da criançada e da juventude.

Além de histórias pessoais, conta com diversos relatos de antigos proprietários, funcionários e clientes dessas locadoras que descrevem momentos marcantes, histórias engraçadas, curiosidades e muito mais.

O autor é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), entusiasta por jogos eletrônicos desde os anos 80 e já desenvolveu outros projetos relacionados aos videogames, como, por exemplo, o Museu do Videogame de Mossoró, encerrado em 2014.

Com 160 páginas repletas de memórias nostálgicas, o livro será lançado no dia 25 de agosto de 2019, durante o evento II Festival Cultural Geek, que acontece na Faculdade Pitágoras – unidade Mossoró.

O livro está disponível em formato digital (kindle/epub/pdf) e encontra-se em pré-venda em um site de financiamento coletivo com objetivo de viabilizar a versão impressa. Você pode ler um trecho do livro e obter mais informações no endereço: catarse.me/livrolocadoras.



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Bioquímico do Hemonorte é referência em isolamento de células-tronco no RN

Por em 4 de julho de 2019 às 14:02:53

Referência no isolamento de células-tronco do cordão umbilical no RN, o professor Gustavo  Oliveira, do Laboratório de  Hematologia do Hemonorte, vem realizando há dez anos esse procedimento para tratamento de crianças com doenças do sangue que fazem tratamento na Liga Contra o Câncer ou no Hospital  Infantil Varela Santiago.

Gustavo tem Doutorado nas áreas de genética e biotecnologia e vem trabalhando com coleta, isolamento e criopreservação de células-tronco para o Sistema Único de Saúde (SUS), através do BrasilCord (banco de cordão do Ministério da Saúde), de forma voluntária há dois anos.

O serviço ofertado pelo SUS através do Brasilcord é feito em parceria com a Maternidade Escola Januário Cicco, da UFRN, que acolhe as mães gestantes e o Hemocentro do Ceará (Hemoce), que integra a rede de bancos públicos de cordão e no Nordeste é responsável pelo armazenamento do material.

O sangue do cordão umbilical é coletado imediatamente após o nascimento do bebê de onde são obtidas as células-tronco. De acordo com Gustavo, após o parto natural ou cesária, o material é colhido e levado ao laboratório de Hematologia do Hemonorte, onde é feita a estabilização destas células, sendo posteriormente enviado ao Hemoce para a guarda do material em criopreservação, que é feita a 196 graus.

“Os pacientes procuram o serviço para o isolamento das células tronco são encaminhados pela equipe de Onco-Hematologia Pediátrica do Hospital Varela Santiago ou da LIGA. Geralmente são com crianças com leucemia e a mãe engravida, colhe o sangue do cordão para transplante do irmão doente”.

O sangue do cordão umbilical contém um grande número de células-tronco hematopoéticas, responsáveis pela manutenção da produção dos diversos tipos de células sanguíneas, como as hemácias, os granulócitos, os linfócitos, os monócitos e os megacariócitos (de onde se originam as plaquetas) e tem o potencial de reparar o sistema sanguíneo e imunológico do corpo e, por isso, servem para o tratamento de doenças hematológicas, como leucemias, linfomas, talassemias entre outras.



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Publicidade Médica é debatida em simpósio realizado pelo CREMERN

Por em 4 de julho de 2019 às 13:23:24

A Publicidade Médica, principalmente através das mídias sociais, vem se tornando algo cada vez mais questionável. Qual postura o médico deve ter antes de divulgar o seu trabalho? Até que ponto é permitido expor sua profissão? E com qual objetivo?

Para responder essas e outras questões cada vez mais pertinentes e apresentar as regras da Resolução CFM nº 1.974/11, que dita normas para a publicidade médica, o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte – CREMERN vai realizar o I Simpósio sobre Publicidade Médica.

O evento gratuito terá como palestrantes a jornalista Michelle Rincon, que irá abordar o tema “Mídias Sociais e suas armadilhas” e o psiquiatra, vice-presidente do CFM e relator da Resolução CFM Nº 1974/11, Emmanuel Fortes, que fará a palestra com o tema: “Publicidade Médica: Como acertar”, além de participar do debate no final do simpósio.

O I Simpósio sobre Publicidade Médica será realizado no próximo dia 20 de julho, das 8h30 às 12h, no auditório da Associação Médica do RN – AMRN. As inscrições podem ser feitas através do site www.cremern.org.br Cada participante receberá cerificação.

O Código de Ética Médica estabelece que a publicidade médica deve ser socialmente responsável, discreta e verdadeira, respeitando a privacidade e intimidade do indivíduo, não visando o lucro e sim, a informação. A ética prevê que a medicina não deve em nenhuma circunstância ser exercida como comércio, tendo a publicidade como único objetivo, a prestação de serviços.