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92% da população aprova ações de enfrentamento da crise hídrica

Por em 23 de novembro de 2015 às 17:36:11

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Pesquisa foi realizada pelo Instituto Agorasei dia 19 de novembro

92,8% dos acarienses aprovam as ações que a Administração Municipal vem desenvolvendo para garantir o abastecimento de água à população do município seridoense.

Assim apontou pesquisa realizada pelo Instituto Agorasei, no dia 19 deste mês de novembro. Apenas 5% dos entrevistados reprovam o trabalho da Prefeitura e outras 2,2% não souberam responder.

A exemplo da maioria dos municípios do sertão nordestino, Acari vem sofrendo com a longa estiagem que castiga a região nos últimos anos.

No início de setembro a situação se agravou com o colapso no abastecimento d’água que era feito pela CAERN diretamente do açude Gargalheiras.

Uma adutora de engate rápido que trará água da barragem de Assu está sendo construída com recursos do Governo Federal, mas a obra atrasou e foi necessária a intervenção da Prefeitura de Acari.

Em parceria com o Exército Brasileiro, DNOCS e Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos foram perfurados vários poços artesianos nas zonas urbana e rural do município.

Nos poços com vazão de água foram instalados chafarizes e desta forma a população do município vem garantindo o seu abastecimento.

“Os resultados desta pesquisa mostram que a população reconhece nosso esforço em busca das soluções para a grave crise que afeta Acari. É testemunha de que nossa administração vem há tempos alertando e cobrando dos Governos Estadual e Federal ações concretas. Esta aprovação de mais de 92% é o reconhecimento de que estamos fazendo o possível, dentro das possibilidades da Prefeitura, para não deixar faltar água ao nosso povo”, comentou o prefeito Isaias Cabral.

A pesquisa ouviu 400 eleitores com idade de 16 anos e acima, em todos os bairros e nas principais comunidades rurais de Acari.

O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 4.8 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra.



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Superando uma depressão profunda

Por em 22 de novembro de 2015 às 14:05:43

Por muitos anos atendi pacientes com depressão. Em alguns casos, a pessoa tinha a personalidade depressiva, desde nova se percebia para baixo, não acreditava em si. Também é comum apresentar uma séria de enfermidades no decorrer da sua vida.

Em outros casos, a pessoa que apresentava bom humor entrou em depressão em função de um acontecimento traumático. Esse artigo é voltado para esses pacientes. Você encontra mais informações sobre depressão no blog www.flaviomeloribeiro.com.br.

Algumas dessas pessoas já apresentavam algumas características depressivas, mas nunca tinha apresentado nenhum evento depressivo até então. Outras não tinham traços depressivos na sua personalidade, mas a culpa no evento traumático foi tão severa que perdeu o sentido do seu futuro.

Por anos pensava diariamente no fato e no que poderia ter feito diferente para mudar o ocorrido. A dificuldade de superar a culpa está entre as mais difíceis, pois não se pode alterar o passado, apenas o significado que se tem dele.

Anos atrás atendi uma paciente que já apresentava depressão há alguns anos. Quando questionada se lembrava de quando começou esse problema, me contou a seguinte história: tinha um filho depressivo que frequentemente ameaçava cometer suicídio, fato que a mobilizava para atendê-lo imediatamente. Por anos isso se repetiu. Ele fazia tratamento, mas quando ficava mal sempre se reportava a ela.

Os conhecidos consideravam que ela o superprotegia e que não deveria lhe dar tanta atenção, mas ela continuava atendendo os chamados do seu amado filho. Com o tempo, foi construindo um medo de que isso realmente poderia acontecer e por isso entrava em contato com ele sempre que solicitada, mesmo morando em uma cidade distante.

Porém, um dia ela resolveu fazer o que os conhecidos lhe recomendavam, ou seja, não atender o telefonema do seu filho e, com isso, o deixar enfrentar seus “pesadelos”. Mais tarde recebeu a notícia que ele tinha cometido suicídio.

Imediatamente construiu uma culpa enorme, não aceitava o fato de não ter atendido o telefonema do filho. Por mais que os amigos e parentes lhe confortassem, dizendo que ela tinha feito tudo que lhe estava a seu alcance, ela passou a apresentar um pensamento cativo de culpa.

Um pensamento não lhe abandonava: acreditava que seu filho ainda estaria vivo caso ela tivesse agido diferente. Por anos, diariamente remontava a cena em sua imaginação, ela atendendo o telefonema e os inúmeros desdobramentos em que sempre seu filho estava vivo e bem.

Realmente foi um golpe muito forte. Num caso assim, como criar a possibilidade de ela ultrapassar o “portal da esperança”? Como constituir um novo ponto de vista sobre o problema que pudesse ultrapassar essa depressão? A continuação desse artigo você encontra no blog www.flaviomeloribeiro.com.br.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro CRP12/00449

A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual. [email protected] (48) 9921-8811 (48) 3223-4386 Página no Facebook: Viver – Atividades em Psicologia


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Condições climáticas afetam saúde dos olhos e podem levar à cegueira

Por em 20 de novembro de 2015 às 16:36:07

Especialista em cirurgia ocular alerta para cuidados com os olhos em clima quente

Fatores climáticos requerem cuidados à saúde dos olhos e na capital, conhecida como Cidade do Sol, onde a insolação pode chegar a três mil horas por ano, a atenção é redobrada. Condições como essas podem ser uma das causas ao surgimento do pterígio, ou como popularmente é conhecida, carne no olho.

O pterígio é uma pequena membrana fibrovascular que cresce na córnea, assemelhando-se ao formato de um triângulo.

De início, pode causar apenas incomodo estético e sintomas de vermelhidão, irritação, lacrimejamento, inchaço, sensação de ardência e fotofobia, mas, se não devidamente tratado, pode atingir a pupila, cobri-la, deformar a córnea e até causar cegueira.

“Quando o pterígio começa a invadir a córnea, faze-se necessário a intervenção cirúrgica, porque pode ocasionar outras doenças, como astigmatismo, a necessidade do próprio transplante da córnea, além de tantas outras complicações”, esclarece Dr. Márcio Florêncio, oftalmologista com especialização em cirurgia ocular.

O diagnóstico clínico é importante desde o início, pois muitas vezes podem confundir a carne no olho com catarata, pseudopterígio e a pinguécula - que é um nódulo amarelo e elevado que se forma na conjuntiva, mas que não invade a córnea - e direcionar o tratamento adequado que varia de uso de colírios, intervenções cirúrgicas – em jovens há um índice significativo de reincidência – à transplantes de conjuntiva.

“Qualquer sintoma de olho vermelho, a consulta é indicada. E esse sintoma, nem sempre indica pterígio, mas pode ser sinal de outras doenças”, acrescenta dr. Márcio.

Ainda segundo o oftalmologista, o fator genético para o pterígio pode existir, mas o principal é o da condição climática, da exposição ao sol, ao vento e ao calor excessivo.

Para prevenir, o ideal é usar óculos escuros com as devidas proteções UVA e UVB e não somente para a carne no olho, mas para prevenção de outras doenças também.