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‘Não é possível interferir no preço dos combustíveis’, diz ministro

Por em 21 de junho de 2022 às 11:00:46

O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, defendeu hoje que não é possível interferir na política de preços da Petrobras. A fala vem um dia após a renúncia do presidente da empresa, José Mauro Coelho, em meio a pressões políticas pelo preço dos combustíveis.

"Não é possível interferir no preço dos combustíveis. Não está no controle do governo e honestamente, preço é uma decisão da empresa, não do governo", afirmou. "Além disso, nós temos marcos legais que impedem a intervenção do governo na administração da empresa, mesmo o governo sendo acionista majoritário", completou o ministro..



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Brasil registra 108 mortes por Covid e mais de 55 mil casos

Por em 21 de junho de 2022 às 07:05:42

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 108 mortes por Covid e 55.733 casos da doença, nesta segunda-feira (20). Com isso, o país chegou a 669.217 vidas perdidas e a 31.756.118 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe não registraram óbitos.

A média móvel de mortes é de 141 por dia, um aumento de 83,11% em relação ao dado de duas semanas atrás. A média de infecções chegou a 37.298 por dia, crescimento de 25,65%.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde



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Governo libera compra de vacinas contra covid pela iniciativa privada

Por em 17 de junho de 2022 às 13:01:01

O presidente Jair Bolsonaro editou hoje (17) uma medida provisória para permitir que a iniciativa privada possa comprar vacinas contra a covid-19 diretamente com os fabricantes. 

A medida é decorrência do fim do estado de emergência em saúde pública de importância nacional (Espin), decretado em função da pandemia de covid-19 no Brasil.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, a medida não trará prejuízos ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação. 

O órgão justifica que a vacinação no país atingiu doses suficientes para contemplar 100% dos grupos prioritários. Além disso, o Ministério da Saúde mantém contrato com a Pfizer para compra de 100 milhões de doses e a possibilidade de compra adicional de 50 milhões. 

"O que se vivenciava em 2021 - ante a escassez de vacinas no Brasil e no mundo, a iniciativa privada não estava autorizada a adquirir vacinas contra a covid-19, em detrimento do Poder Público - se modificou, e a escassez de vacinas restou superada, tendo o Estado sido capaz de ofertar vacinas à população em geral, em quantidade suficiente, conforme dados demonstrados pelo Ministério da Saúde", informou a secretaria.