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Inflação muda comportamento dos brasileiros, mostra pesquisa

Por em 8 de agosto de 2022 às 06:10:49

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens.

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos.

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.



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‘Empresário’ que recebeu R$ 13,8 mi de verbas federais morava na periferia de SP

Por em 6 de agosto de 2022 às 09:09:15

No papel, Adson Lima da Silva, de 33 anos, é um empresário: figura como sócio de uma companhia de construção em Maceió, tocada em parceria com a mulher, e que recebeu R$ 13,8 milhões em verbas federais repassadas a prefeituras alagoanas.

Adson é também filho de um empresário do ramo de autopeças, cujo giro chega à casa das dezenas de milhões por ano. Na vida real, porém, Adson vivia numa casa modesta na zona norte de São Paulo, no bairro do Jaraguá.

O Estadão esteve no endereço que consta em relatório da Polícia Federal vinculado ao CPF de Adson. O que era para ser a moradia do suposto empresário com contratos milionários em Alagoas é uma casa onde moram várias famílias. Segundo os vizinhos, Adson se mudou há alguns anos.

A PF suspeita que ele seja "laranja" em um esquema de desvio de verbas federais enviadas à cidade de Rio Largo (AL). Um inquérito reuniu indícios de que o prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves (Progressistas), teria usado duas empresas para desviar dinheiro público. Uma delas está registrada em nome de Adson.



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Mais de 23 milhões de eleitores estão aptos a votar

Por em 6 de agosto de 2022 às 08:19:26

Mais de 156,45 milhões de pessoas estão aptas a votar no próximo dia 2 de outubro, quando os brasileiros começarão a escolher o próximo presidente da República, além dos futuros governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

Neste universo heterogêneo de cidadãos, ao menos 23,34 milhões de eleitores e eleitoras atenderão ao compromisso cívico por vontade própria, já que não são obrigados a votar.

A Constituição Federal estabelece o voto facultativo, ou seja, opcional, para os jovens de 16 e 17 anos de idade; pessoas com 70 anos ou mais e também para analfabetos.

Só os eleitores que declaram não saber ler, nem escrever, ultrapassam os 6,33 milhões de pessoas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um número que representa cerca de 4% de todas as pessoas em condições legais de votar.

A diarista Maria Sônia Ribeiro da Silva, 50 anos, é uma dessas pessoas. Ainda que, a rigor, sua participação nos pleitos anteriores não tenha sido exatamente espontânea.

“Até hoje, eu não sabia que não era obrigada a votar”, reagiu a diarista ao ser informada, pela reportagem, que, na condição de analfabeta, não teria sofrido sanções caso tivesse deixado de votar em eleições passadas.

Abolido em 1881, o direito dos analfabetos ao voto só foi restituído em 1985, por meio de uma Emenda Constitucional que garantiu a uma parcela da população que, à época, era ainda maior, o direito a ajudar a escolher seus representantes políticos.