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Produtor de eventos vê sanção do Perse como início da recuperação do setor no Brasil
Ele reforçou que o Perse é o início da recuperação do setor no Brasil, “mas o buraco è mais embaixo diante de tanto tempo parado”.
A lei sancionada elenca um série de atividades econômicas pertencentes ao setor de eventos, tais como as pessoas jurídicas, inclusive entidades sem fins lucrativos, ligadas à realização ou à comercialização de congressos, feiras, eventos esportivos, assim como relacionadas à hotelaria em geral, cinemas e prestadoras de serviços turísticos.
No caso das medidas de crédito, serão usados entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), além de destinar 20% do crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) ao setor de eventos.
Para André Dantas, a sanção do Perse é uma vitória. Contudo, ele alertou que “o setor [de eventos] precisa de mais atenção do poder público como um todo”.