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Política

GUERRA DE PESQUISAS NESTA SEMANA É UMA FÁBRICA DE NÚMEROS PARA CONFUNDIR O ELEITOR

Por em 13 de setembro de 2026 às 15:55:25

O termômetro da eleição no Rio Grande do Norte segue pegando fogo e a movimentação nos bastidores da Justiça Eleitoral não para. Só que essa avalanche de levantamentos que desponta nos registros oficiais está longe de ser apenas uma busca por transparência, funcionando muitas vezes como uma verdadeira artimanha para tumultuar o cenário e confundir a cabeça do eleitor.

Pela regra do TSE, o instituto precisa registrar a pesquisa com no mínimo cinco dias de antecedência da divulgação. Com essa enxurrada de dados pipocando na praça, o objetivo de muita gente nos quartéis-generais é jogar fumaça no debate público e tentar manipular a percepção de quem está na ponta.

Confira o panorama com as datas de registro e a previsão de liberação de cada levantamento para essa semana.

Media Inteligência (Registro RN-00740/2026): Data de registro em 12/09/2026, com divulgação prevista para hoje, 13 de setembro.

Media Inteligência (Registro RN-08671/2026): Data de registro em 08/09/2026, com divulgação prevista para hoje, 13 de setembro.

Metadata Soluções (Registro RN-02543/2026): Data de registro em 08/09/2026, com divulgação prevista para hoje.

Item Pesquisas Técnicas (Registro RN-09570/2026): Data de registro em 13/09/2026, com divulgação prevista para 18/09/2026.

Instituto Verita (Registro RN-07921/2026): Data de registro em 12/09/2026, com divulgação prevista para 17/09/2026.

Perfil Pesquisas (Registro RN-08335/2026): Data de registro em 11/09/2026, com divulgação prevista para 16/09/2026.

Exatus Consultoria (Registro RN-03910/2026): Data de registro em 10/09/2026, com divulgação prevista para 15/09/2026.

Data Capital (Registro RN-05522/2026): Data de registro em 10/09/2026, com divulgação prevista para 15/09/2026.

Com essa guerra de narrativas batendo à porta, o segredo é não cair na pilha de números plantados. O eleitor mais atento precisa filtrar o barulho dos palanques para enxergar a realidade longe da manipulação.



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Política

QUANDO A CAMPANHA DESMASCARA A FARSA DO PODER

Por em 13 de setembro de 2026 às 14:33:46

A gente costuma achar que a eleição serve apenas para escolher quem vai ocupar a cadeira no ano que vem, mas a verdade é que o processo funciona como um grande teste de caráter a céu aberto. Quando a campanha esquenta, a máscara cai e a política deixa de ser apenas uma disputa de projetos para virar um espelho implacável da sociedade.

O mais interessante é perceber que essa revelação não acontece só com quem está no palanque buscando votos. O comportamento se espalha por toda a engrenagem.

É o eleitor que descobre a intolerância daquele amigo de longa data, o apoiador que perde a linha nas redes sociais defendendo o indefensável, e até o jornalista ou formador de opinião que abandona a coerência em troca de conveniência.

Nessa mesma vitrine, a disputa serve ainda para revelar o grau máximo da falsidade, onde alguns que transformam a mentira em profissão de fé. Tem muito gestor de palco que aprendeu a mentir com os olhos abertos, mantendo o sorriso ensaiado e o tom mansa, com uma frieza tão calculada que é capaz de enganar até o eleitor mais atento e cascudo. É a arte do cinismo institucionalizado, onde o blefe vira plano de governo e a promessa vazia é entregue com a maior cara de pau do mundo.

No fim das contas, a eleição é um raio-X coletivo. Ela mostra quem tem argumento e quem só tem agressividade, quem respeita o contraditório e quem enxerga o outro como inimigo mortal.

Quando a poeira baixa e a contagem dos votos termina, os cargos são definidos, mas o que fica gravado de verdade é a postura que cada um escolheu adotar quando a pressão aumentou.



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Direito

A SESSÃO EXTRAORDINÁRIA QUE PODE REDENHAR O SUPREMO

Por em 13 de setembro de 2026 às 13:45:37

O Supremo Tribunal Federal vive o capítulo mais tenso de sua história recente, e a próxima terça-feira, 15, promete ser o dia em que a República inteira vai parar para assistir ao plenário decidir o futuro da Corte. Convocada às pressas pelo presidente Edson Fachin, a sessão extraordinária marcada para as 10h é a tentativa definitiva de estancar uma crise institucional sem precedentes.

Tudo gira em torno da famosa Petição 16.662. Foi justamente ali que o ministro André Mendonça jogou luz sobre as conversas em visualização única entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, figura central no maior escândalo bancário dos últimos anos, e o ministro Alexandre de Moraes.

Entre os diálogos revelados, a pergunta feita por Vorcaro a Moraes sobre a conveniência de deixar o país pouco antes de sua prisão virou o estopim de um verdadeiro incêndio político.

A situação escalou de vez quando a guerra de decisões individuais tomou conta dos gabinetes. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, acabou afastado por Mendonça, mas logo foi reintegrado por Flávio Dino. Diante desse choque de poderes dentro do próprio tribunal, Fachin resolveu puxar a tomada, suspendendo todas as medidas isoladas para que os dez ministros decidam, ao vivo e em conjunto, o rumo de tudo.

Para complicar ainda mais o tabuleiro, o sigilo foi derrubado e um verdadeiro acervo em HD, recheado de relatórios da Polícia Federal, foi despachado para a mesa de cada ministro. Nos bastidores, os blocos de votos já começam a se desenhar entre os aliados de Moraes e os defensores do material apresentado por Mendonça, enquanto figuras como Dias Toffoli e Cármen Lúcia entram como peças imprevisíveis na balança.

Na próxima terça-feira, 15, o STF não vai julgar apenas o caso Banco Master; vai decidir se consegue fechar as feridas abertas ou se o plenário vai escancarar de vez uma crise que há muito tempo ultrapassou os limites do direito.



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Gerais

A CAMPANHA ELEITORAL VIRA LICENÇA PARA FAZER O QUE QUISER?

Por em 13 de setembro de 2026 às 11:48:58

Motociclistas sem capacete, escapamentos adulterados, manobras perigosas, menores pilotando e um barulho infernal. A pergunta é simples: durante a eleição, a lei deixa de valer?

Sem placa, capacete e dando grau em meio a festejos de Natal de Itabirito: GCM prende 1 e remove moto

Chegou a época das carreatas e motociatas. E, pelo que se vê nas ruas, chegou também a temporada em que o bom senso, o Código de Trânsito e a fiscalização parecem entrar de férias. É moto sem capacete, escapamento adulterado fazendo um barulho que atravessa quarteirões, motociclista empinando veículo como se estivesse em um espetáculo, menor de idade pilotando e gente trafegando de maneira irresponsável.

Tudo isso em nome da festa eleitoral, como se colocar um adesivo de candidato na camisa ou na moto transformasse infração em manifestação democrática. Não transforma. Campanha eleitoral não cria território livre para a lei.

E aqui é preciso ser justo com os candidatos. Nenhum deles tem como controlar cada pessoa que aparece numa carreata. Não são policiais, agentes de trânsito nem fiscais. Não podem parar uma moto, exigir documentação ou aplicar uma multa. Mas também não vamos fingir que uma campanha é uma reunião de desconhecidos que simplesmente apareceram na rua.

Existe coordenação, organização, lideranças, apoiadores, divulgação, roteiro e comando político. Portanto, existe também a possibilidade de orientar. Um candidato pode dizer aos seus apoiadores que não quer motos sem capacete, condenar manobras perigosas, pedir que ninguém perturbe moradores e deixar claro que sua campanha não precisa transformar a cidade em uma mistura de pista de corrida com trio elétrico. Pode. E deveria.

Mas a responsabilidade principal pela fiscalização é outra: é do poder público. E aí começa a parte realmente difícil de entender. Como é que uma moto passa sem capacete? Como é que um menor conduzindo um veículo circula no meio de uma multidão? Como é que escapamentos adulterados fazem um barulho ensurdecedor durante quilômetros? Como é que motociclistas empinam motos em via pública e continuam seguindo normalmente? Onde está a fiscalização?

O cidadão comum, aquele que usa sua moto para trabalhar e é parado quando está sem algum documento, conhece muito bem a existência da lei. O motorista que estaciona onde não deve também conhece. Mas, quando aparece uma carreata ou uma motociata política, parece surgir uma curiosa zona de tolerância. Será medo de enfrentar uma multidão? Conveniência? Falta de efetivo? Alguma orientação para não criar desgaste político? Não sabemos. E justamente por não sabermos, a pergunta precisa ser feita.

Porque há outro detalhe que deveria constranger muita gente envolvida nessas campanhas. Os mesmos candidatos que passam meses dizendo que defendem os autistas, os idosos e a causa animal precisam lembrar que essas pessoas também existem quando a campanha sai às ruas.

O idoso que se assusta com uma explosão de escapamento existe. A pessoa autista com hipersensibilidade sonora existe. A família que precisa lidar com uma crise provocada por estímulos sonoros existe. E o cachorro que entra em pânico com o estrondo das motos também existe. No palanque, essas pessoas são eleitoras. Na rua, continuam sendo seres humanos que merecem respeito.

É aí que a coisa fica especialmente hipócrita. É muito fácil gravar um vídeo abraçando uma mãe de uma criança autista. É fácil posar ao lado de uma causa animal. É fácil prometer políticas públicas para idosos.

Difícil parece ser lembrar dessas mesmas pessoas quando chega a hora de acelerar a moto, abrir o escapamento e sair fazendo barulho pela cidade. A causa do autista vale no discurso, mas perde a validade quando começa a motociata? A causa animal vale até o momento em que o cachorro se assusta? O respeito ao idoso vale somente quando há câmera ligada?

Manifestação política é legítima. Carreata é legítima. Motociata também pode ser legítima. O que não é legítimo é usar a política como salvo-conduto para o abuso. E muito menos esperar que a população aceite tudo calada porque “é época de eleição”. Não é. A eleição dura algumas semanas. A cidade continua existindo. As pessoas continuam morando nas casas. Os idosos continuam dormindo. Os autistas continuam lidando com seus estímulos. Os animais continuam sentindo medo. E as leis continuam escritas. Ou deveriam continuar sendo aplicadas.

No fim das contas, a pergunta mais incômoda talvez nem seja para os candidatos. É para as autoridades: por que, quando a bagunça vem acompanhada de bandeira partidária, tanta gente parece esquecer que tem obrigação de fiscalizar? Porque se a lei vale para um, precisa valer para todos. Inclusive para quem está fazendo campanha.

Democracia não é vale-tudo. Eleição não é salvo-conduto. E respeito também se pratica fora do palanque.



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Política

A 21 DIAS DA ELEIÇÃO, QUEM REALMENTE ESTÁ PERTO DA URNA?

Por em 13 de setembro de 2026 às 10:03:17
São Paulo (SP), 24/09/2024 - Cerimônia de geração de mídia e preparação das urnas eletrônicas para as eleições municipais de 2024 na 1ª Zona Eleitoral, em Bela Vista. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Os institutos de pesquisas apresentam cenários bastante diferentes para o Governo do RN. A distância entre os números é um lembrete de que pesquisa eleitoral deve ser analisada com cautela, principalmente quando ainda há três semanas de campanha pela frente.

A eleição para o Governo do Rio Grande do Norte entrou na reta decisiva, mas ainda não há elementos suficientes para afirmar se a disputa será encerrada no primeiro turno ou se haverá segundo. O que existe, neste momento, são pesquisas que apresentam fotografias diferentes do mesmo eleitorado.

Na Quaest, Allyson Bezerra aparece com 25%, Cadu de Lula com 21% e Álvaro Dias com 19%. Na Real Time Big Data, os números são 30%, 25% e 23%, respectivamente. Já a Exatus apresenta Allyson com 37,42%, Álvaro com 20,56% e Cadu com 17,96%. São diferenças expressivas para pesquisas realizadas no mesmo período eleitoral e que, naturalmente, levantam uma questão: qual dessas fotografias está mais próxima da realidade?

A resposta só será conhecida quando os votos forem contados. Até lá, qualquer pesquisa é uma medição de intenção de voto, sujeita à metodologia utilizada, ao período da coleta, à composição da amostra, à margem de erro e, principalmente, às mudanças de comportamento do eleitor.

É justamente por isso que convém olhar para as pesquisas com menos encantamento. Elas são importantes para entender tendências e movimentos da eleição, mas não podem ser confundidas com uma prévia do resultado.

O RN JÁ VIU PESQUISAS ERRAREM?

A resposta é sim. E não se trata de dizer que determinado instituto sempre erra ou que outro sempre acerta. O histórico das eleições mostra que pesquisas podem identificar corretamente uma tendência e, ainda assim, errar a dimensão da vantagem, a distância entre os candidatos ou até a ordem de uma disputa apertada.

É por isso que uma avaliação séria precisa considerar o desempenho dos institutos quando suas últimas pesquisas são colocadas lado a lado com aquilo que aconteceu nas urnas. Esse é um parâmetro muito mais útil do que simplesmente escolher o levantamento que melhor confirma uma determinada narrativa política.

QUAEST: uma fotografia nacional diante das particularidades do RN

A Quaest é um instituto de atuação nacional, com pesquisas presenciais e metodologia própria para composição e estratificação do eleitorado. Sua chegada ao cenário potiguar trouxe uma fotografia diferente daquela apresentada por alguns institutos com atuação regional, especialmente pela proximidade entre os três principais candidatos.

Isso não permite concluir que a Quaest esteja certa ou errada. O que se pode afirmar é que seu levantamento contrasta significativamente com pesquisas que apresentam Allyson com vantagem maior. E essa diferença é relevante porque estamos a apenas 21 dias da eleição.

O Rio Grande do Norte tem características políticas próprias, com forte presença das estruturas municipais, lideranças locais e diferenças importantes entre Natal, Região Metropolitana e interior. Esses fatores podem interferir na maneira como uma amostra consegue reproduzir o comportamento do eleitorado.

CONSULT: tradição local também não é garantia

A Consult tem uma longa trajetória no Rio Grande do Norte e conhece de perto as particularidades do eleitor potiguar. É uma experiência que pesa na leitura dos cenários locais, mas não elimina as limitações inerentes a qualquer pesquisa eleitoral.

O comportamento do eleitor pode mudar ao longo da campanha e diferentes períodos de coleta podem produzir resultados diferentes. Além disso, eleições mais nacionalizadas podem provocar movimentos distintos entre o eleitorado da capital e o interior.

Por isso, a tradição de um instituto é um elemento a ser considerado, mas não pode funcionar como certificado antecipado de acerto. No fim, a pesquisa também precisa passar pelo teste das urnas.

EXATUS: uma fotografia bem mais favorável ao líder

A Exatus apresenta atualmente um cenário mais confortável para Allyson Bezerra. Seus 37,42% estão bem acima dos 25% registrados pela Quaest e também acima dos 30% encontrados pela Real Time Big Data.

A diferença não é pequena e merece ser analisada, principalmente porque pode alterar completamente a interpretação sobre a possibilidade de uma vitória no primeiro turno.

Se uma pesquisa aponta 25% e outra 37% para o mesmo candidato, não faz sentido escolher automaticamente o número maior ou o menor de acordo com a conveniência política. O que interessa é entender o motivo da diferença e, sobretudo, observar qual fotografia se aproxima mais do resultado final.

Entre a pesquisa e a urna

É aqui que está o ponto central da discussão. Uma pesquisa pode mostrar que um candidato lidera, mas não consegue dizer, sozinha, que ele será eleito. Também não consegue garantir que a distância registrada naquele momento permanecerá até o dia da votação.

A 21 dias da eleição, existe tempo suficiente para que o cenário mude. Campanhas podem ganhar ou perder força, alianças podem produzir efeitos, candidatos podem alterar suas estratégias e eleitores que ainda não decidiram o voto podem modificar completamente determinadas projeções.

Por isso, mais importante do que perguntar qual instituto está certo hoje é acompanhar a evolução dos números e, principalmente, lembrar que pesquisas também precisam ser confrontadas com seu histórico de acertos e erros.

No cenário atual, Allyson lidera os levantamentos apresentados, mas a dimensão dessa liderança varia bastante. Em uma pesquisa, a diferença para o segundo colocado é pequena; em outra, é muito maior. Essa distância entre as próprias pesquisas recomenda cautela antes de transformar qualquer resultado em certeza eleitoral.

A eleição ainda não acabou. E, a 21 dias da urna, talvez a pergunta mais interessante não seja apenas quem está na frente, mas quem está conseguindo medir melhor o eleitor que ainda pode mudar de ideia.

No dia 4 de outubro, não haverá margem de erro, amostra ou entrevista estimulada. Haverá voto.

E a urna não conhece pesquisa.



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Política

Com presença de Garibaldi Filho, Walter Alves cumpre agenda com reuniões e carreata em três municípios

Por em 12 de setembro de 2026 às 11:30:25

A sexta-feira (11) foi de muitos encontros e diálogo com a população para Walter Alves (MDB). Ao lado de Garibaldi Filho, o candidato a deputado estadual cumpriu agenda em Brejinho, Santo Antônio e Touros, participando de reuniões políticas e de uma carreata.

A agenda começou em Brejinho, com uma reunião que reuniu lideranças políticas e apoiadores. Estiveram presentes o prefeito Jeferson Gomes, o ex-prefeito Joãozinho, o vereador Francisco Carvalho, o suplente de vereador Edson da Lotação e o secretário de Transporte e Vias, Marcos Antônio.

Em seguida, Walter e Garibaldi seguiram para Santo Antônio, onde participaram de uma carreata pelas ruas do município. Walter conta com o apoio da vereadora Edijane Ribeiro, que foi a candidata mais votada nas Eleições 2024 no município. O ato reuniu apoiadores e moradores, reforçando a mobilização em torno da candidatura.

Encerrando a agenda, Walter seguiu para Touros, percorrendo mais de 150 quilômetros, para participar de uma reunião com o grupo político que apoia sua candidatura no município.

O encontro contou com a presença de Fabinho de Perobas, vereador Paulinho Professor, Nenem de Santa Luzia, Pedro de Cajueiro e o secretário Ricely Jerônimo. O prefeito Pedro Filho também participou da reunião, que foi marcada pela presença de muitos apoiadores.

A agenda reforçou a articulação de Walter Alves no interior do Rio Grande do Norte e a união de lideranças municipais em torno do seu projeto para a Assembleia Legislativa.



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Gerais

O MUNDO TEM MAIS AVÓS DO QUE BEBÊS E A CONTA DESSA MUDANÇA JÁ CHEGOU

Por em 9 de setembro de 2026 às 07:45:12

O mundo mudou de tom e a virada já aconteceu bem debaixo do nosso nariz. Um relatório recente revelou um marco histórico e preocupante: o número de pessoas com mais de 65 anos superou o de crianças no planeta, representando agora 10,5% da população global.

Se você achava que o envelhecimento populacional era um dilema exclusivo de países ricos e desenvolvidos, como o Japão ou a Itália, pode mudar de ideia. O fenômeno se tornou global. Em mais da metade dos países, a taxa de fertilidade caiu para menos de 2,1 filhos por mulher — que é o limite mínimo necessário apenas para manter o tamanho da população estabilizado.

Hoje, mais de 71% das pessoas no mundo vivem em locais onde não nascem bebês suficientes para repor a população. Para se ter uma ideia do ritmo acelerado dessa mudança, em 2013 esse número era de apenas 45%.

Essa combinação de famílias menores com pessoas vivendo por muito mais tempo acendeu um alerta vermelho para governos e empresas. As consequências já começam a bater à porta:

Escassez de mão de obra: Com cada vez menos jovens entrando no mercado, as empresas terão que investir pesado em automação, inteligência artificial e ganhos de produtividade para conseguir continuar crescendo.

Pressão nos cofres públicos: A conta da saúde e das aposentadorias vai disparar. Ao mesmo tempo, com menos pessoas trabalhando formalmente, a arrecadação de impostos sobre salários tende a despencar.

As projeções para o futuro mostram que isso é só o começo. Até 2050, a expectativa é de que o número de idosos no mundo seja mais do que o dobro do total de crianças pequenas. O futuro chegou mais cedo, e quem não adaptar seu negócio e suas finanças desde já para essa nova realidade, vai ficar para trás.



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Política

ELEIÇÃO DE 2026 PARA GOVERNO DO RN REVIVE OS FANTASMAS DAS MEGAESTRUTURAS DE MOSSORÓ EM 2012?

Por em 8 de setembro de 2026 às 14:22:02

Quem acompanha a política potiguar há mais tempo certamente se lembra da histórica e emblemática disputa pela Prefeitura de Mossoró em 2012. De um lado, Cláudia Regina (DEM); do outro, Larissa Rosado (PSB).

O pleito ficou marcado pelo excesso de ostentação e pelo uso desmedido de poder econômico: estruturas milionárias nas ruas, comícios pomposos e até o uso de helicóptero cedido por empresário sem a devida prestação de contas à Justiça Eleitoral.

O desfecho daquela eleição virou um dos episódios mais marcantes da história jurídica e política do Estado. Cláudia Regina sagrou-se vitoriosa nas urnas, mas viveu uma saga sem precedentes nos tribunais.

Sob a vigilância rigorosa da Justiça Eleitoral local, com destaque para a atuação firme do juiz Herval Sampaio e decisões duras como a da juíza Ana Clarisse Arruda, a gestora acumulou incríveis 10 cassações de mandato em apenas 11 meses de gestão.

Apelidada nacionalmente de "prefeita Highlander" (em alusão ao guerreiro imortal do cinema por conseguir se manter no cargo através de liminares ), Cláudia Regina acabou definitivamente afastada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) em dezembro de 2013.

A lista de irregularidades comprovadas pelo Ministério Público Eleitoral incluiu prática de caixa dois, compra de votos, uso da máquina pública, abuso de poder político e econômico.

Passados catorze anos desse escândalo histórico, a atual corrida pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte em 2026 traz um incômodo e perigoso sentimento de déjà-vu.

Ao andar pelas ruas das principais cidades potiguares ou simplesmente ao rolar o feed das redes sociais (onde os próprios candidatos e seus apoiadores exibem e "entregam de bandeja" aparatos luxuosos), percebe-se que a cultura da ostentação eleitoral continua mais viva do que nunca. São eventos cinematográficos, carreatas com frotas suntuosas, estruturas gigantescas e uma logística que custa cifras astronômicas.

O grande ponto de reflexão para o eleitorado neste momento reside em uma incômoda comparação: o cenário de 2026 aparenta não contar, na mesma proporção, com a presença de magistrados e órgãos fiscalizadores com o mesmo nível de vigilância, proatividade e pulso firme que marcaram as ações em Mossoró no ano de 2012.

Enquanto isso, pelo que se percebe, estão escancarados abusos de poder econômico se repetem à vista de todos nas praças e nas telas dos celulares, fica a pergunta no ar: as instituições de fiscalização e a Justiça Eleitoral vão reagir com a firmeza necessária antes da consolidação das urnas, ou o Rio Grande do Norte assistirá passivamente à repetição da história?



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Direito

QUEM JULGA OS JUÍZES? A CRISE DE CONFIANÇA QUE SACODE O SUPREMO TRIBUAL FEDERAL

Por em 6 de setembro de 2026 às 09:33:22

Se você tem a sensação de que o Supremo Tribunal Federal (STF) está no centro de uma tempestade sem fim, os números mostram que você não está sozinho. Em março de 2026, a desconfiança no Supremo bateu o recorde de 43%, segundo o Datafolha. Mais do que isso, 58% dos brasileiros dizem sentir mais vergonha do que orgulho dos ministros da Corte.

O combustível para essa insatisfação toda vem do escândalo recente envolvendo Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. O caso mostrou o quanto o ex-banqueiro circulava perto dos ministros, tudo porque, hoje, não existe nenhuma lei no país que impeça um magistrado do STF de aceitar presentes, viagens ou manter amizade com quem tem processo rodando no tribunal. A decisão de se afastar do caso fica totalmente na mão do próprio ministro.

A TENTATIVA DE MUDANÇA QUE TRAVOU

No começo deste ano, o presidente do STF, Edson Fachin, até tentou criar um código de ética para impor limites, como proibir a participação em eventos patrocinados e exigir transparência nas agendas com advogados. Só que a proposta travou antes de ir a voto. Nos bastidores, a resistência vem justamente dos ministros com maior peso político, como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

A REAÇÃO DAS RUAS

Enquanto as regras internas não saem do papel, o julgamento popular corre solto. Uma foto recente dos ministros rindo juntos viralizou com força e gerou revolta nas redes.

Uma análise da Vox Radar em mais de 86 mil comentários no Instagram mostrou que a maioria esmagadora das pessoas encara a imagem como um deboche.

Sem uma fiscalização formal para punir esses abusos, o único julgamento que sobra para o Supremo é o do público. E a plateia não está gostando nada do que está vendo.



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Política

CAMPANHA DE BIBIANO GANHA FORÇA E MOBILIZA MILITÂNCIA PELO RN

Por em 6 de setembro de 2026 às 07:45:01

A menos de um mês do dia da votação, a campanha de Bibiano entra na reta final embalada pelo ritmo acelerado de agendas no interior e pelo crescimento do apoio popular. O cenário nas ruas reflete uma militância animada e engajada, transformando cada reunião e caminhada em grandes atos de mobilização.

Com forte presença regional e conversa franca com a população, a candidatura de Bibiano vem se firmando como uma das mais estruturadas nesta eleição. O sentimento entre os apoiadores é de puro otimismo, puxado pela chegada de novas lideranças e pela resposta positiva dos eleitores a cada bairro e em cada cidade visitada.

FORÇA DAS RUAS 

Bibiano começou a intensificar o corpo a corpo e a multiplicar a presença nas redes e nas comunidades. Para a coordenação e para quem está no trecho diariamente, o momento é de acelerar os passos e continuar levando a mensagem de trabalho e compromisso a cada canto do Rio Grande do Norte.

A avaliação interna é que a campanha atingiu o ponto de maturação ideal para o sprint final, garantindo a energia necessária para transformar a mobilização das ruas em um resultado expressivo nas urnas no dia do pleito.



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Direito

CRISE NO STF: FACHIN ENTRA EM CENA PARA APURAR EMBATE ENTRE MINISTROS

Por em 5 de setembro de 2026 às 08:19:50

Desde o início de setembro, o Supremo Tribunal Federal vive um clima de tensão pesada. Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça estão no centro de um embate que envolve mensagens vazadas da Polícia Federal e o nome do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Para tentar colocar ordem na casa, o presidente do STF, Edson Fachin, tomou à frente do caso e decidiu unificar as petições. Ele retirou o pedido feito por Moraes do famoso "Inquérito das Fake News" e colocou tudo em um mesmo procedimento para ser analisado.

O que Fachin já determinou
Em duas decisões rápidas, Fachin deu um prazo de 5 dias úteis para que todos os envolvidos se manifestem oficialmente. Ele ressaltou que a presidência da Corte precisa agir com calma e responsabilidade para garantir que as regras do jogo e os direitos de defesa sejam respeitados.

Como vai funcionar essa apuração
Assim que receber todas as respostas, Fachin vai analisar a situação para decidir se o caso vai para o plenário do Supremo. Ele vai checar se houve vazamento de dados sigilosos, se os documentos foram obtidos de forma legal e se as leis da magistratura foram seguidas.

O que cada um precisa explicar em 5 dias:

André Mendonça: terá que responder sobre alegações de parcialidade nos casos do Banco Master e detalhar por que tirou o sigilo das mensagens da PF que citam Moraes.

Alexandre de Moraes: precisa apresentar os argumentos que usou para pedir a inclusão de Mendonça no inquérito das fake news.

Paulo Gonet (PGR): deve dar o parecer da Procuradoria, inclusive sobre o pedido para anular relatórios da PF que deram início a toda essa confusão.

Andrei Rodrigues (diretor da PF): vai ter que explicar como as investigações foram conduzidas e se houve alguma apuração feita sem a autorização do Supremo.



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Gerais

União Europeia suspende compra de produtos de origem animal do Brasil

Por em 4 de setembro de 2026 às 07:01:02
União Europeia suspende importação de carnes e produtos de origem animal do Brasil

Desde ontem, 3, a União Europeia suspendeu a importação de todos os produtos de origem animal vindos do Brasil. A medida atinge diretamente os setores de carne bovina, suína, frango, ovos e mel.

A decisão pesa no caixa do agronegócio nacional. O bloco europeu é o terceiro maior comprador de carne bovina do Brasil, atrás apenas de China e EUA, representando 6% de tudo o que vendemos para fora. O prejuízo estimado supera os US$ 2 bilhões anuais.

A UE exige que os países exportadores controlem rigorosamente o uso de antibióticos nos animais. As regras proíbem remédios voltados para engorda e substâncias aplicadas em humanos. O Brasil saiu da lista do bloco em maio, sob a alegação de não conseguir comprovar o rastreio individual dos animais. Mesmo com a proibição dessas substâncias e a criação de um novo sistema de monitoramento por parte do Brasil, os europeus mantiveram a suspensão.

Produtores brasileiros questionam o momento do anúncio, feito logo após a entrada em vigor do acordo Mercosul-UE — alvo de intensos protestos de agricultores europeus contra a concorrência do produto brasileiro.

A estimativa é que a carne bovina só volte ao mercado europeu a partir de 2028, tempo necessário para abater os animais criados integralmente sob as novas regras. Já o setor de frango projeta retomar os envios ainda em 2026, devido ao ciclo de produção mais curto das aves.



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Gerais

Bancários do RN rejeitam oferta dos bancos e aprovam greve por tempo indeterminado

Por em 2 de setembro de 2026 às 10:16:12

A partir da próxima terça-feira, 8 de setembro, as agências bancárias em todo o Rio Grande do Norte podem ter o atendimento afetado. Em assembleia realizada no início desta semana, os trabalhadores da categoria aprovaram o indicativo de greve por tempo indeterminado em todo o estado.

O estopim para a decisão foi a rejeição da proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que ofereceu um reajuste salarial de apenas 0,6%.

Para o Sindicato dos Bancários do RN, o percentual oferecido está totalmente fora da realidade e destoa dos lucros bilionários registrados pelas instituições financeiras no país.

Além da recomposição remuneratória, a categoria cobra melhorias estruturais no ambiente de trabalho. Os profissionais denunciam a pressão ostensiva por metas, o aumento dos casos de assédio moral e o consequente adoecimento da tropa de frente das agências.

Os detalhes operacionais e os rumos da paralisação no estado serão alinhados em uma nova assembleia convocada para esta sexta-feira, 4 de setembro.



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Gerais

Plano de saúde vira gargalo financeiro e já compromete até 20% da folha de pagamento das empresas

Por em 2 de setembro de 2026 às 07:12:25
Plano de saúde já consome até 20% da folha das empresas | VEJA

O plano de saúde deixou de ser um simples atrativo do setor de Recursos Humanos e passou a disputar espaço diretamente com a folha de salários na planilha financeira dos negócios. Em determinados setores da economia, o benefício já consome entre 15% e 20% do custo total com pessoal.

A principal razão que acendeu o sinal de alerta nos departamentos financeiros foi o ritmo de crescimento dos custos da saúde, que avança muito mais rápido do que a inflação oficial do país.

Para 2026, a projeção é que os reajustes dos planos corporativos fiquem em torno de 10%, um índice que representa praticamente o dobro da inflação estimada para o ano, calculada em 4,8%.

Para conter essa escalada de despesas, as operadoras de saúde e as próprias empresas vêm transformando o modelo tradicional do benefício. A principal saída tem sido a ampliação da coparticipação, formato em que o colaborador assume uma parcela dos custos a cada procedimento ou consulta realizada.

A adesão a esse formato cresceu em ritmo acelerado: a participação dos contratos com coparticipação deu um salto de 6 pontos percentuais em um intervalo de apenas quatro anos.

Especialistas no setor apontam que a melhor forma de estancar a alta dos custos não é apenas cortar benefícios, mas investir na saúde preventiva dos colaboradores. Programas de prevenção bem estruturados e acompanhados de perto chegam a gerar um retorno de até 60% sobre o valor investido.

No entanto, a grande maioria do mercado brasileiro ainda caminha a passos lentos nessa direção. Atualmente, menos de 5% das empresas no Brasil utilizam análise de dados para monitorar a saúde dos seus times e atuar na contenção de sinistros, limitando-se apenas a absorver ou repassar o reajuste anual cobrado pelas operadoras.



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Política

Bibiano cresce, assume 2º lugar geral e lidera no MDB

Por em 1 de setembro de 2026 às 13:13:16

Duas novas pesquisas eleitorais divulgadas nesta terça-feira, 1º de setembro, confirmam o crescimento acelerado da candidatura de Bibiano para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Os levantamentos dos institutos Parla Mentors e Qualittá colocam o candidato na 2ª colocação geral na disputa e em 1º lugar absoluto dentro do MDB.

Os números refletem uma virada que já era sentida nas ruas. Na pesquisa Parla Mentors, Bibiano cravou 2,4% e lidera no partido. Já no instituto Qualittá, o resultado se consolida com 2,6%, mantendo a liderança na legenda e a vice-liderança geral no Estado.

Muito além dos gráficos e números, o avanço de Bibiano se explica no contato direto com a população. Conhecido por sua humildade e por realizar uma campanha genuinamente pé no chão, Bibiano faz questão de olhar nos olhos, ouvir as dores do povo e valorizar cada cidadão que cruza o seu caminho.

Por ser agricultor, ele carrega no sangue o orgulho de suas raízes e sabe, por experiência própria, o valor do trabalho duro e do respeito à terra. É essa vivência real, longe da política tradicional de gabinetes, que tem sensibilizado até mesmo quem antes pensava em votar em outros nomes.

Em cada município, a mensagem é clara, a de que o Rio Grande do Norte quer ser representado por alguém que é gente da gente, que entende o trabalhador e que honra a sua palavra.

Com a força das pesquisas e o carinho das ruas, a candidatura de Bibiano ganha contornos de uma das histórias mais bonitas e vitoriosas destas eleições.

As pesquisas trazem os seguintes registros oficiais junto à Justiça Eleitoral: Parla Mentors / Portal Gazeta RN: Registrada no TRE sob o nº RN-09908/2026 e a Qualittá: Registrada no TRE sob o nº RN-06751/2026.


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