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Política

PARA ONDE VAI CABO DEYVISON?

Por em 7 de outubro de 2026 às 14:43:57
TRE-RN cassa mandato do vereador Cabo Deyvison por unanimidade – Blog do  Barreto

A cassação do mandato do vereador de Mossoró Cabo Deyvison pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), por infidelidade partidária após trocar o MDB pelo PL, está longe de significar o fim de sua trajetória política. Nos bastidores, a ordem no partido é blindar e impulsionar a principal liderança emergente da legenda na região.

O respaldo para essa proteção política veio das urnas. Deyvison registrou uma votação estrondosa para deputado federal, ultrapurando a marca de 100 mil votos e garantindo a posição de suplente.

No entanto, o cenário em Brasília pode acelerar sua chegada à Câmara dos Deputados. As conversas de bastidores apontam que, em caso de vitória de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial do segundo turno, marcada para o próximo dia 25 de outubro, um dos três deputados federais eleitos pelo PL no estado deverá ser acomodado na Esplanada dos Ministérios. A mudança abriria a vaga imediata para Deyvison assumir o mandato em Brasília.

Enquanto o cenário nacional se desenha, a cúpula do PL já projeta os próximos passos locais. A legenda aposta todas as suas fichas no nome de Cabo Deyvison para encabeçar o projeto de disputa pela Prefeitura de Mossoró, transformando a recente rasteira judicial em combustível para o seu maior voo político até agora.



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Política

SENADO INICIA DEBATES DA PEC E ALCOLUMBRE QUER VOTAÇÃO ANTES DO 2º TURNO

Por em 7 de outubro de 2026 às 11:55:54
Regimento do Senado prevê cinco sessões antes da votação em primeiro turno

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que discute o fim da escala de trabalho 6x1 voltou oficialmente para o centro das articulações políticas em Brasília. Ontem, 6, o Senado Federal realizou a primeira sessão de debates sobre a matéria, abrindo o ciclo regimental necessário antes da votação em plenário.

Ao todo, o rito exige a realização de cinco sessões de discussão. Demonstrando pressa para destravar o tema, o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União), sinalizou que pretende realizar a votação ainda antes do segundo turno das eleições.

Para cumprir o cronograma apertado, Alcolumbre já assumiu o compromisso de agendar mais duas sessões de debate para a próxima semana, mantendo a pressão sobre o plenário em pleno período eleitoral.



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Gerais

AS CANETAS ENCABELADORAS ESTÃO CHEGANDO

Por em 7 de outubro de 2026 às 11:35:52

A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, gigante responsável pelo sucesso mundial do Ozempic e do Wegovy, estuda expandir sua atuação para o mercado de tratamento contra a calvície. A estratégia busca blindar a empresa frente à iminente expiração das patentes de seus medicamentos emagrecedores nos Estados Unidos e na Europa, prevista para o início da próxima década.

Atualmente, os tratamentos para diabetes e obesidade representam 94% de todo o faturamento da companhia. No entanto, o cenário competitivo mudou com a perda recente da liderança no mercado de obesidade para a concorrente americana Eli Lilly.

Com a queda de exclusividade comercial das canetas emagrecedoras se aproximando, a empresa precisa encontrar novas fontes de receita para manter seu patamar de valor de mercado.

A aposta no setor capilar apoia-se na expertise que a farmacêutica já possui em pesquisas hormonais, área que serve de base para o desenvolvimento de soluções contra a alopecia. Embora a diretoria ainda não tenha detalhado o formato técnico do produto, o potencial comercial é expressivo.

A calvície de padrão hereditário atinge cerca de 80 milhões de pessoas apenas nos Estados Unidos, sendo 50 milhões de homens e 30 milhões de mulheres, um público que ainda carece de terapias de alta eficácia comparáveis ao impacto revolucionário das canetas de emagrecimento.

Além disso, projetos voltados ao tratamento capilar costumam exigir ciclos de desenvolvimento regulatório mais curtos do que os medicamentos metabólicos, o que pode viabilizar o lançamento de um novo produto no mercado ainda antes do encerramento desta década.



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Mossoró

Vereador Wiginis deu o “gás” que fez Ivanilson dobrar votos em Mossoró

Por em 7 de outubro de 2026 às 10:39:34

Fim da apuração dos votos da eleição em primeiro em turno, em Mossoró, as urnas revelaram um salto expressivo na geografia eleitoral do deputado estadual Ivanilson Oliveira (PV). 

O deputado, candidato a reeleição mostrou fôlego nas urnas, sendo reeleito mais do que dobrou o seu desempenho na cidade em comparação com o pleito de 2022.

Se há quatro anos o deputado havia conquistado 3.755 votos em Mossoró, agora em 2026 o número subiu para 7.890. O volume de 4.135 votos representa um crescimento de 110,1%.

Nos bastidores, o combustível para esse salto teve nome e sobrenome que foi a atuação do vereador Wiginis do Gás. 

Fazendo jus ao nome, Wiginis literalmente "deu um gás" nos 45 dias de campanha, mobilizando sua base e aplicando à risca o lema "missão dada é missão cumprida". 



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Gerais

Estudo da FGV revela relação entre carteira assinada e Bolsa Família

Por em 7 de outubro de 2026 às 09:36:48

Uma pesquisa recente realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) trouxe dados inéditos sobre a dinâmica do mercado de trabalho brasileiro entre janeiro de 2023 e julho de 2026. O levantamento aponta que, de cada 100 postos de trabalho com carteira assinada gerados no país no período, 85 foram ocupados por pessoas cadastradas no programa Bolsa Família.

O estudo baseia-se no saldo líquido de empregos formais, que representa a diferença entre o total de contratações e o de demissões. Em termos absolutos, o país registrou 91,8 milhões de admissões frente a 86,4 milhões de desligamentos, resultando na criação líquida de aproximadamente 5,3 milhões de novas vagas formais.

Os pesquisadores esclarecem que a metodologia considera o saldo líquido e demonstra que a grande maioria desses postos recém-abertos teve como destinatários beneficiários do programa de transferência de renda.

Os achados da FGV colocam em xeque a narrativa frequente de que programas de assistência social desestimulam a busca por ocupação profissional. O mecanismo de proteção social permite que o trabalhador continue vinculado ao Bolsa Família mesmo após conseguir um emprego formal, desde que a renda per capita da família permaneça abaixo do limite de R$ 218 mensais estabelecido pelas regras do programa.

Por outro lado, o estudo pondera que o resultado não indica que a totalidade dos beneficiários esteja inserida no mercado de trabalho, mas sim que o grosso dos novos postos formais criados no intervalo analisado absorveu esse público.

A análise também pontua uma limitação metodológica: o levantamento identifica se o trabalhador integrava o programa no momento exato da admissão ou demissão, sem rastrear automaticamente se o auxílio continuou sendo pago indefinidamente após a formalização do contrato.



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Gerais

MEC destina R$ 6,9 milhões a instituições federais do RS

Por em 7 de outubro de 2026 às 07:53:37

O Ministério da Educação (MEC) destina R$ 6,9 milhões, em caráter emergencial, a instituições federais de ensino do Rio Grande do Sul afetadas pelos eventos climáticos que atingem o estado. Os recursos contemplam a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e os institutos federais do Rio Grande do Sul (IFRS), Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Farroupilha (IFFar).

A destinação reúne recursos da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento (SPO) do MEC e considera as demandas apresentadas pelas instituições diante dos impactos provocados pelas chuvas.

Para a Furg, serão destinados R$ 2,2 milhões. Desse total, R$ 1,7 milhão será destinado pela Sesu e R$ 500 mil são alocados diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA) da universidade, por meio da SPO. A UFPel recebe a destinação de R$ 2,5 milhões, também por meio da Sesu.

Institutos Federais – Na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o MEC destina R$ 400 mil ao IFRS, R$ 1,3 milhão ao IF Farroupilha e R$ 500 mil ao IFSul.

As instituições foram afetadas por diferentes ocorrências climáticas, com danos registrados em coberturas, estruturas prediais, esquadrias, instalações elétricas, equipamentos, áreas externas, ambientes acadêmicos, passarelas e moradias estudantis, entre outros espaços necessários ao funcionamento das unidades. No IFSul, os impactos alcançaram diversos campi e afetaram estudantes em situação de vulnerabilidade social.

No IFRS, o Campus Rio Grande foi atingido por um temporal ocorrido em 21 de setembro. Entre as necessidades identificadas, estão a recuperação das instalações atingidas pelo evento climático e a recomposição do orçamento da instituição para o funcionamento da unidade.



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Mossoró

POR UNANIMIDADE TRE-RN CASSA MANDATO DO CABO DEYVISON

Por em 6 de outubro de 2026 às 17:12:51
Cassação de mandato do vereador Cabo Deyvinson é retirado de pauta -  Tribuna do Norte


O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) determinou a cassação do mandato do vereador Cabo Deyvison (PL), da Câmara Municipal de Mossoró, por infidelidade partidária em decisão unânime do Plenário.

A Ação, ajuizada pelo MDB, apontava a desfiliação sem justa causa ou a infração às regras partidárias que justificassem a perda do cargo eletivo proporcional. O julgamento havia sido inicialmente suspenso em 22 de setembro, após um pedido de vista, momento em que o placar parcial já registrava três votos pela procedência da acusação.

Retornando à pauta na sessão desta terça-feira, 6, os votos restantes consolidaram o entendimento unânime da Corte pelo afastamento do parlamentar do cargo legislativo municipal, abrindo espaço para os trâmites de recontagem de vagas ou posse de suplentes conforme a legislação eleitoral, embora a defesa ainda possa interpor recursos às instâncias superiores em Brasília.



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Política

O SENADO VIROU À DIREITA

Por em 6 de outubro de 2026 às 16:45:23

Nas eleições gerais, os eleitores brasileiros renovaram dois terços do Senado Federal, colocando em disputa 54 das 81 cadeiras da Casa. O pleito foi marcado por forte polarização e intensa atenção pública, impulsionada pelas discussões em torno de investigações e críticas direcionadas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Como o Senado é a única Casa com competência constitucional para pautar e votar processos de impeachment de ministros da Suprema Corte, pedidos que somavam 109 protocolos travados sob a gestão anterior de Davi Alcolumbre , a composição da nova legislatura ganhou peso estratégico nacional.

O resultado consolidou o avanço expressivo da direita nas urnas, redefinindo o mapa de forças políticas pelo país:

Sudeste: O PL destacou-se ao conquistar quatro das oito vagas em disputa, garantindo dobradinha no Rio de Janeiro, uma em São Paulo e outra em Minas Gerais. O PT elegeu Marília Campos em solo mineiro.

Nordeste: O PT assegurou 5 das 18 vagas em disputa na região, vencendo as duas na Bahia, uma em Pernambuco, uma no Rio Grande do Norte e outra em Sergipe. Os demais assentos dividiram-se entre a direita, o centrão e partidos de centro-esquerda.

Norte: O PL levou 5 senadores, incluindo dobradinha em Rondônia, enquanto o MDB de Helder Barbalho garantiu espaço no Pará com apoio petista. Em Alagoas, a disputa marcou a derrota de Renan Calheiros após 32 anos de mandato, superado por Marina Jhc e Arthur Lira.

Centro-Oeste e Sul: O PT não conseguiu eleger nenhum senador nos estados dessas regiões. O PL e forças de direita dominaram as vagas em disputa, incluindo a eleição de Michelle Bolsonaro no Distrito Federal e fôlego expressivo em estados como Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Norte.

No cenário do RN, a disputa pelas cadeiras no Senado resultou na reeleição do senador Styvenson Valentim (Podemos) e na vitória de Samanda (PT), desenhando uma representação dividida entre o perfil independente/oposicionista e a base governista federal.

Com o término da apuração, o Senado passa a contar com uma forte renovação: 40 das 54 cadeiras em disputa serão ocupadas por novatos, enquanto 14 senadores conseguiram a reeleição para mandatos de oito anos.

No balanço partidário geral, o PL consolidou-se disparado como a maior bancada, acumulando 28 cadeiras no total. O MDB garantiu a segunda maior força com 8 assentos, seguido pelo PT com 9 senadores, enquanto o PSD registrou a maior retração, despencando de 13 para 5 parlamentares. Essa nova correlação de forças torna altamente provável a eleição de um comando alinhado à direita para a presidência da Casa, alterando o tom das sabatinas de indicados ao STF, o controle do endividamento fiscal e a análise de eventuais pedidos de impeachment.

VETERANOS E NOVATOS: COMO FICA O SENADO?

Os novos parlamentares terão mandato de 8 anos e se juntarão aos 27 senadores eleitos em 2022, cujos mandatos continuam até 2030. Ao todo, 40 das 54 vagas serão ocupadas por novos nomes, enquanto 14 senadores se reelegeram.

Com 19 senadores eleitos neste domingo, o PL fica como o maior partido disparado, totalizando 28 cadeiras — somando com os eleitos em 2022 que continuam na Casa por mais 4 anos.

O MDB elegeu 7 senadores e garantiu a segunda maior força, com 8 cadeiras no total;

O PT elegeu 6 nomes e manteve sua bancada com 9 senadores no total;

O PSD foi o principal derrotado, encolhendo drasticamente e despencando de 13 para apenas 5 senadores.



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Política

O ARCO-ÍRIS DOS PARTIDOS

Por em 6 de outubro de 2026 às 15:45:35

Os cidadãos brasileiros definiram nas urnas os 513 deputados federais que assumirão assentos na Câmara a partir de fevereiro de 2027. O preenchimento das vagas segue o critério proporcional à população de cada unidade da federação. 

Enquanto estados populosos como São Paulo elegem 70 representantes, o Rio Grande do Norte elege 8 deputados federais, sendo que 4 foram reeleitos e três novatos, refletindo o dinamismo e as novidades na representação política no estado.

Natália Bonavides (PT): 215.509 votos (reeleita)

Nina Souza (PL): 185.248 votos

Benes Leocádio (União): 171.396 votos (reeleito)

Sargento Gonçalves (PL): 154.073 votos (reeleito)

General Girão (PL): 133.258 votos (reeleito)

Dr. Bernardo (PV): 130.835 votos

João Maia (PP): 123.040 votos (reeleito)

Thabatta Pimenta (PV): 92.743 votos

Na disputa legislativa, a contagem de votos opera com foco na legenda partidária. As siglas acumulam os votos nominais e de legenda, puxando os candidatos mais votados em cada estado de acordo com o total de cadeiras conquistadas. 

Essa engrenagem frequentemente gera debates sobre a dinâmica do sistema proporcional, onde o desempenho global de um partido pode influenciar a eleição de nomes específicos.

Entre os grandes movimentos nacionais, o PL destacou-se ao formar a maior bancada, concentrando candidaturas com votações expressivas que quebraram marcas históricas anteriores.

Nikolas Ferreira (PL-MG) - 27,20% dos votos do estado: 3.119.161

Lucas Pavanato (PL-SP) - 12,82% dos votos do estado: 3.038.438

Erika Hilton (PSOL - SP) - 6,73% dos votos do estado: 1.596.472

André Fernandes (PL - CE) - 12,40% dos votos do estado: 684.372

Julia Zanatta (PL-SC) - 13,15% dos votos do estado: 560.223

Paralelamente, o PT consolidou-se na segunda posição em tamanho de bancada, evidenciando a continuidade de um panorama político polarizado, seguido por outras grandes forças partidárias como União, PP, PSD, Republicanos, MDB, Podemos, PSB e PCdoB.

Os parlamentares eleitos terão mandatos de quatro anos com início em fevereiro de 2027, tendo como missões centrais a representação popular, a elaboração de leis, a fiscalização do Poder Executivo e a prerrogativa de deliberar sobre processos de impeachment presidencial conforme os critérios constitucionais. 

No âmbito institucional, a primeira grande articulação da nova legislatura ocorrerá na escolha da presidência da Casa, um cargo com influência decisiva sobre a tramitação e priorização da agenda legislativa.



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Política

O eleitor do RN vai acreditar nos números das pesquisas no segundo turno ou dar o troco nas urnas novamente?

Por em 6 de outubro de 2026 às 12:16:29
DeFato.com - Politica

Qual será o sentimento do eleitor do Rio Grande do Norte em relação às pesquisas que serão divulgadas ao longo do segundo turno? A dúvida que ecoa nos bastidores políticos é se a população voltará a creditar credibilidade a esses números, frequentemente tratados como o espelho exato do momento, ou se optará, mais uma vez, por dar uma resposta contundente nas urnas, tal como aconteceu no primeiro turno.

O modelo tradicional de pesquisas e, principalmente, a forma como as perguntas são formuladas acabam gerando distorções. Muitas vezes, a estrutura do questionário induz o eleitor a uma resposta direcionada, cujos reflexos na apuração oficial acabam se mostrando completamente distintos. 

Ficou evidente no primeiro turno que os números apresentados por diversos institutos passaram longe de refletir o sentimento real das ruas, parecendo atender muito mais aos interesses de determinados candidatos.

O que se observou foi uma verdadeira enxurrada de levantamentos cujo objetivo principal parecia ser o de moldar a opinião pública e induzir o voto. Uma estratégia que, na prática, acabou esbarrando na resistência das urnas.

A lição que fica é clara: não se trata de duvidar de que existam números legítimos, mas sim de questionar quem os traz e com que finalidade. Da mesma forma, dar crédito excessivo aos cenários projetados na modalidade estimulada perde sentido quando se compreende a dinâmica real do pleito no Brasil, que é essencialmente espontânea.

Para ilustrar na prática, a urna eletrônica não funciona como a tela de um celular onde o eleitor navega rolando páginas até encontrar o seu candidato preferido. Na hora H, ou o cidadão lembra o número do seu escolhido, ou precisará recorrer à ajuda dos mesários, que apenas exibem a relação oficial de nomes e números afixada na parede, e nada mais. 

No fim do dia, o que vale não é a engenharia de gabinetes ou a bolha das pesquisas, mas a lucidez soberana do voto na cabine.

E você, vai acreditar nas próximas pesquisas?



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Política

Além da queda, o coice: como a eleição em Mossoró implodiu a narrativa de Allyson Bezerra

Por em 5 de outubro de 2026 às 17:19:50

Se a célebre frase da ex-presidente Dilma Rousseff — "Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder" parecia um enigma, o pleito deste domingo (4) no Rio Grande do Norte encarregou-se de dar-lhe sentido prático, embora com um destinatário muito claro.

A eleição no primeiro turno deste domingo, 4, serviu para desmascarar discursos triunfalistas, a começar pelo projeto político do ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra.

Durante toda a campanha, o gestor repetiu à exaustão que havia sido reeleito prefeito de Mossoró com 78% dos votos. Factualmente, não mentia. O erro estratégico estava na tentativa de induzir o eleitorado a acreditar que essa porcentagem se repetiria de forma automática em seu novo projeto político para chegar ao Governo do Estado.

A resposta veio das urnas, impulsionada pelo eleitorado mossoroense, especialmente por aqueles que amargaram a oposição, sentiram o peso da perseguição e foram às urnas dar o troco. Ao fim da apuração, Allyson obteve 56,15% dos votos, em Mossoró, consolidando um cenário que na política se resume ao ditado: além da queda, o coice.

O tropeço no próprio quintal e o fiasco dos aliados

A derrocada da estratégia ficou evidente no próprio colégio eleitoral de Mossoró. Allyson fracassou na missão de eleger sua candidata ao Senado, Zenaide Maia, que despencou para a quarta colocação no município.

O efeito dominó da rejeição se estendeu aos candidatos a deputado federal. Mesmo contando com a estrutura de peso e o apoio do prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, o "Matonho", além de uma tropa de vereadores aliados, nomes como Benes Leocádio e João Maia viram seus planos derraparem na cidade.

A estrutura não foi suficiente para contornar a vontade popular. Ambos ficaram amargamente nas quinta e sexta colocações, superados por nomes como Cabo Deyvison, Natália Bonavides, Marleide Cunha e Dr. Bernardo.

Na disputa para a Assembleia Legislativa, a candidata de Allyson, era sua esposa, assim como a se grupo, que precisou colar sua imagem "Cinthia de Allyson" para tentar tracionar votos, contou com a estrutura faraônica e o engajamento do prefeito "Matonho".

Embora tenha ficado em primeiro lugar em Mossoró com 32.437 votos, o resultado ficou muito abaixo dos estardalhaçados 50 mil votos que a cúpula governista jurava que a "mulher do homem" alcançaria isoladamente no município. Mais uma vez: além da queda, o coice.

Cabo Deyvison

O fenômeno Cabo Deyvison e o recado das urnas

Um dos dados mais sintomáticos e constrangedores para a engenharia política de Allyson Bezerra na capital do Oeste diz respeito à comparação de votos. Enquanto o prefeito obteve 82.286 votos em Mossoró, o Cabo Deyvison, contando com estrutura enxuta e sem o apoio de um único vereador, arrancou expressivos 54.707 votos no município.

A desproporção escancara o tamanho do desgaste e o divórcio entre o andar de cima da política local e o sentimento real das ruas.

No fim das contas, para quem alardeava uma vitória acachapante ainda no primeiro turno, o resultado revelou que a fatura cobrada pelas urnas foi implacável.

No Rio Grande do Norte e em Mossoró, a lição que fica é a de que a soberania popular não se rende a gabinetes, a empáfia, e quem tenta impor narrativas acaba provando do próprio veneno: além da queda, o coice.

E o que tem a frase de Dilma com isso? Quase todos que estavam com Allyson perderam, seja a reeleição ou votos. Inclusive ele.



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Tibau

Grupo político da prefeita de Tibau sofre derrota acachapante e Robinson Faria perde mandato após votação pífia no município

Por em 5 de outubro de 2026 às 16:04:48

As urnas de Tibau deram um recado estrondoso e fulminante nas eleições deste domingo (4), impondo uma derrota histórica ao grupo político liderado pela prefeita, aliás, gestôra Lidiane Marques e pelo ex-prefeito Naldinho. 

A fatura cobrada pelo eleitorado local foi pesada, refletindo o descontentamento popular com os rumos da gestão municipal.

A começar pela disputa ao Senado, os candidatos apoiados pela máquina da prefeita e do ex-prefeito (Zenaide Maia e Tércio Tinôco), levaram uma verdadeira surra nas urnas tibauenses. 

Enquanto o grupo governista apostou suas fichas nesses nomes, a oposição atropelou a aliança oficial e consagrou a vitória de Styvenson Valentim, que liderou a disputa com 3.345 votos, seguido por Coronel Hélio (PL) na segunda colocação com 1.999 votos. 

Os apadrinhados da gestôra amargaram posições distantes: Zenaide Maia ficou apenas em 3º lugar, com 1.795 votos, e Tércio Tinôco despencou para a 6ª e última posição, registrando minguados 1.164 votos.

Mas o golpe emblemático da noite também recaiu sobre a disputa federal. O candidato Robinson Faria despencou em Tibau, registrando uma votação pífia de apenas 448 votos.

O ex-governador e candidato à reeleição ficou amargamente atrás de nomes como Cabo Deyvison, que arrancou 2.426 votos no município, e até mesmo de Dr. Bernardo, que obteve 519 votos. 

Na prática, o revés sofrido por Robinson, de Lidiane e de Naldinho, escancara que a gestôra e o ex contribuíram para Robinson perder o mandato na Câmara Federal.

O recado das urnas em Tibau entra para a história local como a prova cabal de que a força da máquina pública não se sustenta diante da vontade soberana de um povo que sabe cobrar nas urnas



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Política

Bibiano conquista votos em 165 municípios do RN e coroa eleição com 49.038 votos

Por em 5 de outubro de 2026 às 08:58:40

Consagrado nas urnas como deputado estadual com expressivos 49.038 votos, o ex-prefeito Bibiano (MDB) demonstrou uma impressionante capilaridade política em todo o território potiguar no pleito deste domingo, 4. 

O mapa de votação oficial revelou que o candidato obteve votos em 165 dos 167 municípios do estado, confirmando o acerto de uma campanha fincada no diálogo direto com a população, no respeito às raízes e na força do trabalho prestado ao longo de sua vida pública.

O desempenho de Bibiano teve como grandes pilares os seus principais redutos eleitorais e a forte penetração em polos estratégicos do interior. Em Mossoró, o candidato registrou uma votação histórica de 14.292 votos, consolidando-se como uma liderança de peso na segunda maior cidade do estado. 

Na sua querida Serra do Mel, cidade onde construiu sua história política e administrou por quatro mandatos, Bibiano reafirmou seu absoluto prestígio popular com 6.641 votos.

Terra natal de Bibiano, Caraúbas teve um papel de destaque na construção dessa vitória. A população caraubense respondeu com 1.891 votos de confiança e carinho ao filho da terra, que nunca esqueceu suas origens e levou o nome do município com orgulho para todo o estado.

A força da campanha também se fez notar com muita intensidade em toda a região da Costa Branca e Vale do Açu. Em Areia Branca, Bibiano obteve uma marca expressiva de 3.857 votos. Outros destaques expressivos da região litoral e salineira foram Porto do Mangue, com 1.369 votos, Carnaubais, com 1.108 votos, além de Grossos (509 votos), Upanema (482 votos), Apodi (487 votos) e Macau (479 votos).

Na capital do estado, Natal, o respaldo à candidatura se refletiu em 3.147 votos, demonstrando que a mensagem de renovação e seriedade de Bibiano também ecoou com força na Região Metropolitana, onde somou apoios fundamentais como os de Parnamirim (807 votos) e São Gonçalo do Amarante (571 votos).

A capilaridade alcançada em 165 cidades corrobora o sentimento de que o novo deputado estadual será, de fato, a voz firme e presente de cada canto do solo potiguar no Parlamento estadual.



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Política

A LIÇÃO DAS URNAS COM O ELEITOR DESMONTANDO NARRATIVAS, CALANDO INSTITUTOS E DANDO RECADO HISTÓRICO NO RN

Por em 5 de outubro de 2026 às 07:52:03
Justiça Eleitoral lança “Manual do Eleitor” · Republicanos 10

O resultado das urnas no Rio Grande do Norte neste domingo (4) escancarou um abismo profundo entre a leitura dos gabinetes e a realidade das ruas. Mais do que eleger representantes, o eleitor potiguar deu uma verdadeira aula de autonomia política, desmoralizando narrativas encomendadas, desafiando a força de estruturas tradicionais e deixando o que se convencionou chamar de "analistas de plantão" sem resposta.

Ao longo da campanha, e de forma mais intensa na reta final, institutos de pesquisa tentaram impor cenários distorcidos. Levantamentos apontando índices expressivos para determinados nomes, chegando a projetar até 43% para candidaturas como a de Allyson Bezerra, foram requentados e republicados até a véspera do pleito, em clara tentativa de induzir a opinião pública.

No entanto, o resultado nas urnas, inclusive na própria cidade do candidato, Mossoró, provou que a soberania popular não se curva a planilhas infladas. Entre os institutos que atuaram no estado, Quaest e Atlas foram os que mantiveram maior proximidade com a realidade das urnas, enquanto o restante acumulou um divórcio histórico com a vontade popular.

O fim dos "analistas-torcedores"

Outro capítulo à parte que ruiu junto com a apuração foi o papel desempenhado por muitos comentaristas e "analistas" políticos locais. Vestidos com a farda invisível de cabos eleitorais e criados nas cozinhas de campanhas, figuras que se autoproclamavam especialistas passaram o pleito inteiro repetindo narrativas convenientes a seus patrocinadores políticos, operando muito mais como torcedores do que como observadores isentos da realidade. O resultado final da eleição impôs a essa turma um silêncio constrangedor.

O recado direto aos prefeitos e a força da base

As urnas de 4 de outubro também mandaram um recado sem rodeios para muitos prefeitos e lideranças municipais que subestimaram a inteligência do eleitor. Ficou evidente que o voto de opinião e o vínculo construído diretamente com o cidadão, no corpo a corpo, na conversa de porta em porta e no respeito à comunidade, pesaram muito mais do que a máquina pública ou o alinhamento forçado por cúpulas partidárias.

No fim, o eleitor norteriograndense mostrou que quem dita os rumos do estado não são as pesquisas manipuladas, nem os palanques faraônicos, muito menos os analistas de conveniência. A voz soberana veio das urnas, coroando quem fez política de verdade, olho no olho com o povo.



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Política

A força de quem escuta: por que Bibiano é o nome que a Assembleia Legislativa do RN está precisando

Por em 1 de outubro de 2026 às 11:59:51
Pode ser uma imagem de ‎criança, futebol e ‎texto que diz "‎15555 15555 PlvE 15555 15555 44 15555 5555 na Bibiano A 15555 בכככן M 5555 B‎"‎‎

Na política de verdade, aquela que acontece no calçamento da rua, na feira livre e no abraço apertado de quem confia, não há espaço para personagem. O verdadeiro líder é aquele que não precisa fingir que se importa, porque ele já vive a dor, a esperança e a realidade do seu povo. É exatamente esse o retrato de Bibiano (MDB), candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Serra do Mel por quatro vezes.

Quando a gente olha para o cenário político do Rio Grande do Norte, fica evidente que o parlamento estadual precisa de nomes que tragam bagagem real de gestão, que saibam o que é administrar uma cidade e que, acima de tudo, saibam parar para ouvir antes de falar. E é aí que Bibiano se destaca como um dos melhores e mais sólidos nomes desta eleição.

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e texto

Diferente daqueles que só aparecem nas bases quando o calendário eleitoral aperta, a caminhada de Bibiano é construída na base do olho no olho. Ele é uma liderança da Costa Branca que compreende a fundo as necessidades de cada município potiguar porque tem raiz popular. Sabe das dificuldades do produtor rural, do comerciante que acorda cedo na feira, do jovem que busca oportunidade e da mãe de família que precisa de um serviço público descente.

Pode ser uma imagem de criança e texto

O que diferencia um político comum de um verdadeiro representante é a capacidade de escuta. Bibiano ouve. Da criança ao idoso. E mais do que ouvir, absorve, compreende e transforma essa escuta em projeto de trabalho. É uma liderança que une a experiência administrativa à sensibilidade humana, qualidades raras e indispensáveis para quem pretende ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

A reta final desta campanha tem mostrado exatamente isso. Por onde passa o que se vê não é apenas uma maratona de agendas, mas uma onda genuína de adesão popular. O povo reconhece quem é de verdade.

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No dia 4 de outubro, a escolha nas urnas não será apenas por um número ou por uma sigla partidária. Será a escolha pela voz de quem realmente entende o chão que pisa. Bibiano chega forte, com a bagagem de quem já provou que sabe fazer, e com o coração aberto para ser, de fato, o representante legítimo do povo potiguar na Assembleia Legislativa.

Que Bibiano voe, ele merece. Mas sem tirar os pés do chão!


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