A história de quem começa com o pé no chão, ganha o apoio das pessoas e hoje aparece nos braços do povo. É exatamente essa a caminhada que o Bibiano vem construindo por todo o Rio Grande do Norte, de município em município, de conversa em conversa e de porta em porta.
Uma candidatura que nasce da identificação direta, marcada pela proximidade de quem conhece a realidade do estado porque vive as mesmas dificuldades, enfrenta os mesmos desafios e acredita que a política se faz com trabalho, presença e compromisso de verdade.
E quando essa identificação vira apoio, apoio vira presença e presença vira resultado, o movimento ganha uma força enorme. Esse reconhecimento do povo agora se reflete também nos números.
Na pesquisa Qualittá, registrada sob o número RN-5792/2026, Bibiano aparece em 2º lugar na disputa geral para deputado estadual e ocupa a 1ª colocação entre todos os candidatos do MDB, liderando com vantagem dentro da legenda.
Mais do que uma posição de destaque no levantamento, esse resultado mostra a musculatura de uma caminhada que só cresce. Hoje, Bibiano já reúne apoios em mais de 100 municípios potiguares, alcançando regiões fundamentais como a Grande Natal, Mossoró, o Vale do Açu e a Costa Branca, Trairi, Região Central, Oeste, Alto e Médio Oeste, entre outras.
Talvez seja justamente aí que esteja a grande força desse projeto, porque Bibiano não é apenas alguém que quer representar o povo, ele é alguém em quem o povo se enxerga e se reconhece.
O 2º lugar no geral e a liderança no MDB são os retratos de uma história que muita gente no Rio Grande do Norte conhece bem, a de quem trabalha, luta e não desiste de acreditar que dá para fazer mais. Bibiano avança, e avança com o apoio popular.
Pesquisa AgoraSei mostra estabilidade de Allyson na estimulada, avanço de Álvaro e forte crescimento de Cadu; rejeição ainda é principal obstáculo para os adversários
A nova pesquisa AgoraSei sobre a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte mostra que Allyson Bezerra continua na liderança, mas também revela uma mudança importante na composição da disputa.
Em
pouco mais de dois meses, mesmo tendo visitado os 167 municípios do RN, o
ex-prefeito de Mossoró praticamente manteve seu percentual na pesquisa
estimulada, enquanto Álvaro Dias e, principalmente, Cadu de Lula avançaram.
Na
pesquisa divulgada em 1º de junho, Allyson aparecia com 39,8% das intenções de
voto na pesquisa estimulada. Agora, no levantamento realizado entre os dias 2 e
5 de agosto, e divulgada nesta quarta-feira, 12, ele registra 39,9%.
A
variação de apenas 0,1 ponto está dentro da margem de erro e, portanto, deve
ser interpretada como estabilidade.
O
movimento mais significativo ocorreu entre os adversários. Álvaro Dias passou
de 22,1% para 25,3%, crescimento de 3,2 pontos percentuais. Já Cadu de Lula
saltou de 11,4% para 18,1%, avanço de 6,7 pontos.
É
Cadu de Lula, portanto, quem apresenta o maior crescimento entre os principais
candidatos no período.
A DISPUTA FICOU MENOS CONCENTRADA
Apesar
de Allyson Bezerra ter praticamente mantido sua pontuação, a fotografia de
agosto é diferente daquela apresentada em junho.
Na
primeira pesquisa, havia uma parcela maior de eleitores fora dos candidatos. Somando
os que declaravam voto branco, nulo ou em nenhum dos nomes aos que não sabiam
ou não responderam, eram 24,3% dos entrevistados. Agora, esse grupo representa
15%.
Na
estimulada de agosto, 7,1% afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos,
em branco ou nulo, enquanto 7,9% não souberam ou não responderam.
Isso
significa que o eleitorado está mais definido do que estava em junho. E parte
dessa definição ocorreu em favor de Álvaro e Cadu.
ÁLVARO CRESCE AINDA MAIS NA PESQUISA ESPONTÂNEA
O
avanço do candidato Álvaro Dias fica ainda mais evidente quando se observa a
pesquisa espontânea, aquela em que o entrevistado responde sem receber uma
lista de nomes.
Em
junho, Álvaro Dias tinha 8,5%. Agora aparece com 16,3%. São 7,8 pontos
percentuais de crescimento.
Allyson
Bezerra também avançou na espontânea, passando de 23,1% para 26,2%. Cadu saiu
de 8,1% para 11,7%.
Ao
mesmo tempo, o percentual de eleitores que não souberam ou não responderam caiu
de 47,7% para 38,9%.
O dado sugere que os nomes começam a ganhar maior presença na memória do eleitor, especialmente Álvaro Dias.
CADU DE LULA É QUEM MAIS CRESCE, MAS TAMBÉM É
QUEM TEM MAIOR REJEIÇÃO
O
crescimento de Cadu de Lula é o principal movimento positivo da pesquisa. Mas
existe um contraponto importante de ser observado: ele aparece com a maior
rejeição entre os candidatos: 26,7%, com Álvaro Dias logo atrás, com 24,3%.
Allyson
Bezerra apresenta a menor rejeição entre os cinco nomes pesquisados, com 10,5%.
Dário Barbosa e Robério Paulino aparecem com 12,7% cada.
A
diferença é significativa. A rejeição de Cadu de Lula é 16,2 pontos maior que a
de Allyson Bezerra. No caso de Álvaro Dias, a diferença é de 13,8 pontos.
Isso
ajuda a explicar por que o crescimento nas intenções de voto ainda não se
traduziu em uma aproximação mais forte com o líder.
PRIMEIRO TURNO: ALLYSSON AINDA NÃO APARECE
ACIMA DOS 50% DOS VOTOS VÁLIDOS
Um
dos pontos que mais chama atenção na comparação entre as duas pesquisas do Instituto
AgoraSei é a possibilidade de vitória no primeiro turno.
Em
junho, Allyson tinha 39,8% na pesquisa estimulada. Naquele cenário, descontados
os votos brancos, nulos, nenhum e os indecisos, o percentual correspondia a
aproximadamente 52,6% dos votos válidos.
Na
pesquisa de agosto, porém, Allyson Bezerra aparece com 39,9%, enquanto Álvaro Dias
tem 25,3% e Cadu Lula, 18,1%.
Considerando
apenas os votos já direcionados a algum dos cinco candidatos, Allyson Bezerra representa
aproximadamente 46,9%.
Portanto, a pesquisa de agosto não aponta, neste momento, para uma vitória de Allyson Bezerra no primeiro turno.
Isso não significa que o primeiro turno esteja descartado. Ainda existem 7,9% de eleitores que não souberam ou não responderam na pesquisa estimulada. Mas, para ultrapassar a marca de 50% dos votos válidos, Allyson Bezerra precisaria conquistar uma parcela muito expressiva desse eleitorado ainda indefinido.
NO SEGUNDO TURNO, VANTAGEM DE ALLYSON BEZERRA
CONTINUA CONFORTÁVEL
Se
a disputa caminhar para o segundo turno, a pesquisa continua mostrando Allyson
Bezerra em situação bastante favorável.
No
confronto com Álvaro Dias, Allyson Bezerra aparece com 48,1%, contra 28,1% do
ex-prefeito de Natal. A vantagem é de 20 pontos percentuais.
Em
junho, a mesma simulação apresentava 48,1% para Allyson Bezerra e 25,4% para
Álvaro Dias.
Ou
seja, Allyson manteve exatamente o mesmo percentual, enquanto Álvaro Dias
avançou 2,7 pontos.
No
confronto com Cadu de Lula, a vantagem também continua expressiva. Allyson
Bezerra registra 53%, contra 23,1% de Cadu de Lula, uma diferença de 29,9
pontos.
Em
junho, Allyson Bezerra tinha 54% contra 14,9% de Cadu de Lula.
Aqui,
portanto, o movimento é mais evidente: Cadu de Lula ganhou 8,2 pontos no
segundo turno, enquanto Allyson Bezerra perdeu apenas 1 ponto.
ÁLVARO DIAS LEVA VANTAGEM SOBRE CADU DE LULA EM EVENTUAL SEGUNDO TURNO
A
pesquisa de agosto, divulgada nesta quarta-feira, 12, também testou um cenário
entre Álvaro Dias e Cadu de Lula.
Álvaro
Dias aparece com 39,6%, contra 28,5% de Cadu de Lula, diferença de 11,1 pontos
percentuais.
O
resultado mantém uma tendência já observada na pesquisa de junho, quando, sem
Allyson Bezerra na disputa, Álvaro Dias também aparecia à frente de Cadu de
Lula.
O QUE MUDOU DE JUNHO PARA AGOSTO?
A
comparação das duas pesquisas permite identificar quatro movimentos principais:
Allyson Bezerra: estabilidade na estimulada e crescimento na espontânea.
Álvaro Dias: crescimento consistente, especialmente na espontânea.
Cadu de Lula: maior crescimento entre os principais candidatos, mas também maior rejeição.
Eleitorado: redução expressiva do número de indecisos e daqueles que declaravam branco, nulo ou nenhum candidato.
A
eleição, portanto, ainda está longe de definida.
Allyson
Bezerra continua sendo o nome a ser batido, com liderança na estimulada,
vantagem nos dois cenários de segundo turno testados contra ele e a menor
rejeição entre os candidatos pesquisados.
Mas a pesquisa de agosto mostra que a disputa ficou mais competitiva.O principal movimento é o crescimento de Cadu de Lula, seguido pelo avanço de Álvaro Dias. O desafio dos dois, entretanto, é transformar crescimento em consolidação e, principalmente, reduzir a rejeição.
Para
Allyson Bezerra, o cenário é diferente. O desafio não é mais apenas liderar. É
transformar uma liderança próxima de 40% em uma maioria capaz de decidir a
eleição ainda no primeiro turno.
A fotografia de agosto, portanto, não mostra uma eleição perdida para Allyson Bezerra, nem uma eleição ganha. Mostra um líder estável, dois adversários em crescimento e um eleitorado que começa, aos poucos, a sair da indefinição.
A
pesquisa Agorasei ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 5 de agosto,
distribuídos por 68 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O
levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima estimada em
2,5 pontos percentuais. Está registrado na Justiça Eleitoral sob os números
RN-06855/2026 e BR-08951/2026.
A pesquisa estadual do Instituto Agorasei mostra o senador
Styvenson Valentim na liderança da disputa espontânea para o Senado no Rio
Grande do Norte. Nesse levantamento, os entrevistados respondem em quem
votariam sem que seja apresentada uma lista com os nomes dos candidatos.
Styvenson aparece na primeira colocação, com 19,8% das
citações. Em segundo lugar está a senadora Zenaide Maia, com 8,6%, seguida por
Samanda de Lula, com 6,5%. Rafael Motta registra 5,9%, enquanto Coronel Hélio
aparece com 4,5%.
Na sequência, Sandro Pimentel tem 1,1%, Rosália Fernandes
0,8%, Tércio Tinôco 0,4%, Luciana Lima 0,1% e Sônia Godeiro 0,1%.
Os eleitores que responderam Nenhum/Branco/Nulo representam
8,2%. Já 59,1% não souberam responder, percentual que indica um cenário ainda
bastante aberto na disputa espontânea pelas duas vagas do Rio Grande do Norte
no Senado.
Como em 2026 cada eleitor poderá votar em até dois
candidatos ao Senado, a pergunta admite múltiplas respostas. Por esse motivo, a
soma dos percentuais pode ultrapassar 100%.
Sobre a pesquisa
A pesquisa Agorasei foi realizada entre os dias 2 e 5 de
agosto de 2026 e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos por 68
municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O levantamento tem
nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5
pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando os resultados da
amostra total. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob as
identificações RN-06855/2026 e BR-08951/2026.
A pesquisa estadual realizada pelo Instituto Agorasei mostra
que o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), amplia a vantagem sobre os
demais nomes na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no cenário
estimulado.
Na pesquisa estimulada (quando os nomes dos candidatos são
apresentados aos entrevistados) Allyson lidera com 39,9% das intenções de voto.
Na segunda colocação aparece o ex-prefeito de Natal Álvaro
Dias (PL), com 25,3%, seguido pelo ex-secretário de Estado Cadu de Lula (PT),
que registra 18,1%. O professor Robério Paulino aparece com 1,0%, enquanto
Dário Barbosa alcança 0,7%.
Os eleitores que afirmaram votar em nenhum dos candidatos,
em branco ou nulo representam 7,1% da amostra. Outros 7,9% não souberam ou não
responderam em quem votariam.
Sobre a pesquisa
A pesquisa Agorasei foi realizada entre os dias 2 e 5 de
agosto de 2026 e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos por 68
municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O levantamento tem
nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5
pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando os resultados da
amostra total. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob as
identificações RN-06855/2026 e BR-08951/2026.
Pesquisa realizada pelo Instituto Agorasei aponta que o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), segue na liderança da disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. No cenário espontâneo, ele aparece à frente dos demais nomes citados pelos entrevistados.
Na pesquisa espontânea (quando o entrevistador não apresenta uma lista de candidatos) Allyson Bezerra registra 26,2% das intenções de voto.
Em segundo lugar aparece o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL), com 16,3%, seguido pelo ex-secretário de Estado Cadu de Lula (PT), que alcança 11,7%. O professor Robério Paulino foi citado por 0,3% dos entrevistados, enquanto Dário Barbosa aparece com 0,1%.
Os eleitores que responderam nenhum, branco ou nulo
representam 6,4% da amostra. Já 38,9% não souberam ou não responderam em quem
votariam para governador.
Sobre a pesquisa
A pesquisa Agorasei foi realizada entre os dias 2 e 5 de agosto de 2026 e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos por 68 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O levantamento tem nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando os resultados da amostra total.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob as
identificações RN-06855/2026 e BR-08951/2026.
O avanço e a popularização das canetas emagrecedoras do tipo Ozempic e Mounjaro estão provocando uma revolução que ninguém esperava no mercado da moda. A perda de peso acelerada fez o consumidor resgatar um hábito antigo que as compras online quase exterminaram: ir até a loja física para entrar no provador e experimentar a roupa antes de pagar.
A perda de peso acelerada fez o consumidor resgatar um hábito antigo que as compras online quase exterminaram: ir até a loja física para entrar no provador e experimentar a roupa antes de pagar.
Uma pesquisa recente mostrou que mais de dois terços das pessoas que usam esses medicamentos afirmam que a probabilidade de comprarem em lojas de rua e shoppings aumentou bastante. Entre quem já conseguiu estabilizar o novo peso, o dado é ainda mais impressionante: 91% declaram preferência total pelas compras presenciais.
O motivo dessa mudança de comportamento é simples. Com o corpo mudando drasticamente de tamanho em questão de pouquíssimos meses, comprar pela tela do celular virou um tiro no escuro.
As tabelas de medidas da internet já não servem mais, transformando a experiência do provador real no único método confiável para entender a nova numeração e o caimento das peças.
Esse movimento acompanha números bilionários do setor farmacêutico. O mercado global das canetas de emagrecimento movimentou cerca de 63 bilhões de dólares em 2025 e deve ultrapassar os 73 bilhões até o fim deste ano. No Brasil, com a previsão da chegada das versões genéricas, estimativas indicam que a indústria desse segmento chegue a 5 bilhões de dólares, alcançando cerca de 5,5% de toda a população brasileira.
De olho nessa fatia de consumidores com corpos renovados, grandes marcas já estão se mexendo. A Victoria's Secret, por exemplo, começou a testar provadores inteligentes abastecidos com inteligência artificial para recomendar tamanhos em tempo real, enquanto consultorias de moda recomendam forte investimento em atendimento e consultoria presencial para acolher o público do "efeito Ozempic".
Se você achava que as apostas online eram um assunto restrito à vida financeira das pessoas na hora do descanso, os dados mais recentes das empresas mostram uma realidade bem diferente. As bets atravessaram a porta do trabalho, e o impacto dentro das organizações já é enorme.
Uma pesquisa recente feita com gestores de Recursos Humanos revelou que 53% deles já identificaram funcionários enfrentando sérias dificuldades financeiras por causa dos jogos.
O problema ganhou até um nome no meio corporativo: o tal do "presenteísmo". Na prática, a pessoa bate o ponto e está fisicamente no escritório, mas a cabeça fica completamente voltada pras cotações, tentando recuperar o dinheiro perdido nos palpites.
As consequências chegam rápido. Antes mesmo de a pessoa faltar ao serviço, o rendimento despenca, surgem erros bobos no dia a dia, prazos importantes são perdidos e a convivência com os colegas de equipe começa a azedar.
Para se ter uma ideia de como a situação escalou, mais da metade dos recrutadores confirmou que os colaboradores usam os momentos de descanso, como o intervalo do almoço, para fazer apostas. Além disso, 6 em cada 10 profissionais de RH relatam uma queda direta na produtividade de quem aposta.
O reflexo disso na saúde pública e na previdência também é assustador. No INSS, os afastamentos do trabalho por conta do jogo compulsivo — a chamada ludopatia — deram um salto de cerca de 60% em 2025 quando comparados com o ano anterior.
Diante desse cenário grave, o tema foi parar na justiça e no Congresso. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) já analisa equiparar o vício em apostas às dependências químicas em processos que discutem demissões por justa causa.
Paralelamente, na Câmara dos Deputados, corre um Projeto de Lei que propõe proibir totalmente as bets no Brasil. Fica claro que o assunto deixou de ser só entretenimento e virou uma grande questão de saúde e gestão.
Em uma época dominada pela aparência e pelas redes sociais, a verdadeira maturidade de alguém não está no discurso oficial, mas nos pequenos detalhes do cotidiano.
Vivemos em um tempo em que a imagem e a reputação digital frequentemente valem mais do que a essência. No entanto, para além das aparências, o caráter real de uma pessoa raramente se manifesta em grandes discursos ou em currículos bem elaborados. Ele se revela, na verdade, naquilo que é repetido em silêncio no dia a dia.
Especialistas e filósofos apontam que existem dois sinais quase invisíveis que funcionam como verdadeiros espelhos da alma — capazes de revelar quem alguém realmente é e como lida com a própria maturidade emocional.
O primeiro indicador de caráter está na forma como uma pessoa se comporta diante daqueles que não possuem poder, status ou benefícios imediatos a oferecer. A atitude com um garçom, um porteiro, um entregador ou uma recepcionista costuma ser um termômetro infalível de empatia.
Quando a gentileza é reservada apenas aos chefes ou a figuras de interesse, o comportamento deixa de ser educação e passa a ser estratégia. A verdadeira nobreza de atitude é universal e independe de hierarquias.
Como bem resumia o filósofo estoico Epicteto, a postura diante do outro reflete o nível de maturidade interna. Tratar o próximo com respeito, independentemente da posição que ele ocupa, revela uma estrutura moral sólida que não precisa de plateia para existir.
O segundo sinal crucial envolve a relação com as promessas — desde os compromissos mais simples do cotidiano, como o cumprimento de um horário ou o retorno de uma ligação, até grandes acordos pessoais e profissionais.
A integridade é construída na consistência. Pessoas com alto valor interno costumam prometer menos e entregar mais. E, diante de falhas inevitáveis, assumem a responsabilidade sem recorrer a desculpas elaboradas. Como pontuou o psiquiatra Carl Jung: "Você é o que faz, não o que diz que vai fazer".
Além disso, a pesquisadora Brené Brown destaca que a capacidade de encarar uma promessa quebrada com honestidade e buscar a reparação é uma das maiores demonstrações de maturidade emocional em ação. Cumprir o que se fala é, antes de tudo, um ato de respeito próprio.
Esses dois comportamentos, como tratamos quem não nos traz vantagens e a fidelidade à nossa palavra, funcionam como filtros que nenhuma rede social consegue manipular. Eles servem tanto para avaliar as relações ao nosso redor quanto para provocarmos uma autoanálise sincera.
No fim das contas, reconhecer que ninguém conhece totalmente o outro, e nem a si mesmo, é o primeiro passo para desenvolver um olhar mais atento e buscar transformações reais na forma de viver e se relacionar.
O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para 31 de dezembro o prazo para envio dos planos de expansão do Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil (Conaquei).
Os planos de ação são voltados à expansão de matrículas para creches e pré-escolas, contendo informações territoriais, prioridades educacionais e planejamento para articulação entre as diferentes áreas da gestão municipal.
Esses processos devem ser realizados por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). As redes de ensino podem ter acesso ao Guia para criar os planos de expansão.
O Conaquei envolve um conjunto de ações que apoiam os entes federados na universalização da pré-escola, para avançar no cumprimento das metas, com foco na melhoria contínua da qualidade e equidade.
Ele está fundamentado nas Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil e nos Parâmetros Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Infantil. Esses referenciais orientam a implementação de políticas que promovam o desenvolvimento integral das crianças, respeitando as diversidades regionais, socioeconômicas, étnico-raciais e de gênero.
O pré-candidato a deputado estadual Bibiano (MDB) recebeu nesta sexta-feira, 31, o apoio de Dávida Oliveira (MDB), suplente de vereadora nas eleições de 2024, em Mossoró, e uma das principais defensoras da causa das famílias atípicas na egião Oeste do Rio Grande do Norte.
Reconhecida por sua atuação em defesa dos direitos das pessoas com deficiência, Dávida foi candidata a vereadora em Mossoró nas eleições de 2024, quando obteve 551 votos.
Ela é mãe atípica, ex-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Mossoró e atualmente representante do Coletivo de Mães Atípicas de Mossoró e Região.
Ao anunciar o apoio, Dávida destacou o trabalho desenvolvido por Bibiano quando esteve à frente da Prefeitura de Serra do Mel, especialmente pela criação do Centro Especializado em Reabilitação (CER), equipamento que ampliou o atendimento e o suporte às famílias atípicas do município.
"Vim declarar meu apoio a Bibiano por conhecer seu trabalho e entender que ele já fez muito pelas mães atípicas em sua cidade e tem projetos para fortalecer ainda mais essa causa. Tem meu respeito e meu apoio por ser uma pessoa comprometida com os direitos das pessoas com deficiência", afirmou.
Segundo Dávida, a defesa dessa pauta exige representantes comprometidos. Ela lembra que, em 2010, o censo declarou mais de 60 mil pessoas com deficiência em Mossoró, número que atualmente, segundo ela, é bem maior.
"Hoje esse número cresceu e essas famílias precisam de apoio, políticas públicas e representantes que defendam seus direitos e garantias", ressaltou.
Ao agradecer a manifestação de apoio, Bibiano reafirmou seu compromisso com a inclusão e com a defesa das pessoas com deficiência.
"Sempre estive ao lado das pessoas, trabalhando para ampliar direitos e melhorar a qualidade de vida da população. Esse compromisso começou com a implantação do CER em Serra do Mel e continuará em Mossoró e em todo o Rio Grande do Norte. Recebo esse apoio com gratidão e responsabilidade", declarou.
A adesão de Dávida Oliveira fortalece o diálogo de Bibiano com um segmento que busca maior representatividade e ampliação das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência e às famílias atípicas.
Gastar metade do salário apenas para comprar a cesta básica deixou de ser uma percepção. Hoje, é a realidade de milhões de brasileiros.
Em média, um trabalhador precisa destinar 52% de um salário mínimo líquido para adquirir os alimentos básicos. O principal motivo é a alta dos preços. Nos últimos 12 meses, o grupo Alimentos e Bebidas acumulou inflação de 3,82%, segundo o IPCA.
Na comparação entre junho de 2025 e junho de 2026, o valor médio da cesta básica nas 27 capitais brasileiras aumentou 8,69%, chegando a R$ 779,95.
Na prática, isso significa que um trabalhador precisa dedicar quase 106 horas de trabalho por mês para comprar uma única cesta básica, considerando uma jornada de oito horas diárias, cinco dias por semana.
São Paulo lidera o ranking das capitais com a cesta básica mais cara do país. O custo médio chegou a R$ 965,47, exigindo cerca de 131 horas de trabalho para sua aquisição.
Enquanto isso, estudos apontam que o salário mínimo necessário para garantir o sustento de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 8.110,92. O valor representa aproximadamente cinco vezes o salário mínimo nacional, atualmente em R$ 1.621, e é cerca do dobro do rendimento médio dos brasileiros ocupados.
Os números revelam uma realidade difícil de ignorar: o custo de vida cresce em ritmo superior ao poder de compra de grande parte da população, tornando cada vez mais desafiador colocar comida na mesa e manter o orçamento familiar em equilíbrio.
A história de Thiago Viana vai muito além de uma voz bonita ou de um vídeo que viralizou nas redes sociais. Ela nos faz refletir sobre o valor que damos às pessoas.
Muito antes de ser "descoberto", como ele mesmo relata, Thiago Viana já cantava. Passou por algumas bandas em Fortaleza e carregava o mesmo talento que hoje emociona milhares de pessoas. A voz sempre esteve lá. O dom nunca mudou. O que mudou foi o olhar das pessoas depois que um vídeo dele cantando em um bar ganhou repercussão na internet.
Seu timbre, comparado por muitos ao de Xand Avião, chama a atenção. Mas isso é apenas um detalhe. O verdadeiro destaque é o dom que Deus lhe concedeu, um talento que sempre existiu, mesmo quando quase ninguém enxergava.
Talvez a maior reflexão dessa história seja outra: quantas pessoas passam por nós todos os dias sendo tratadas como invisíveis? No caso de Thiago Viana, por viver em situação de rua, muitos enxergavam primeiro a sua condição social e não o seu talento, sua história ou sua humanidade.
Quantos artistas consagrados, empresários do entretenimento, produtores e donos de agências tiveram a oportunidade de conhecê-lo ou, ao menos, de assistir ao vídeo que viralizou? Quantos foram marcados por milhares de pessoas nas redes sociais e, ainda assim, não lhe deram uma oportunidade?
Não cabe aqui julgar ninguém. Mas é inevitável perguntar: será que, naquele momento, a condição em que Thiago Viana vivia falou mais alto do que o talento que ele sempre carregou?
A resposta para muitas dessas perguntas talvez esteja na Palavra de Deus.
Em 1 Coríntios 1:27 está escrito:
"Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes."
Foi então que surgiu Rafael Cabral, empresário de Goiânia, que decidiu fazer aquilo que muitos não fizeram: acreditar.
Ele deixou sua cidade, foi conhecer Thiago Viana pessoalmente e passou a investir em seu talento. Mais do que isso, demonstrou respeito, cuidado e humanidade. Tratou Tiago com a dignidade que todo ser humano merece, especialmente alguém que por tanto tempo foi ignorado por muitos.
Pelo que é possível acompanhar em suas redes sociais, Rafael demonstra ser um empresário visionário, mas, acima de tudo, humano. Em um meio onde muitas vezes prevalecem os números e a conveniência, ele enxergou uma pessoa antes de enxergar um artista. E isso faz toda a diferença.
Da mesma forma, Thiago Viana transmite algo que vai além da música. Pelos vídeos e entrevistas, percebe-se uma pessoa de fé, humilde, grata e consciente de quem esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis. Mesmo diante da oportunidade que transforma sua vida, não demonstra arrogância, mas humildade para aprender, ouvir e reconhecer aqueles que lhe estenderam a mão quando mais precisava. A gratidão e a humildade são virtudes raras, e parecem fazer parte da essência dele.
Thiago Viana tem talento, tem carisma, tem humildade e tem qualidades que vão muito além da voz. Afinal, talento abre portas, mas é a humildade que sustenta uma trajetória de sucesso.
Que Rafael Cabral e toda a sua equipe continuem oferecendo as condições necessárias para que esse grande artista realize não apenas o próprio sonho, mas também o de sua família. Que o sucesso permita a reconstrução de tudo aquilo que um dia lhe foi tirado, porque a família é um dos maiores presentes que Deus concede ao ser humano.
Rafael, meus parabéns pela coragem de acreditar onde muitos não acreditaram.
Thiago Viana, continue sendo essa pessoa simples, humilde, grata e determinada. Suas palavras, quando disse que iria "agarrar essa oportunidade com unhas e dentes", demonstram o tamanho da sua vontade de vencer.
Agora é hora de voar.
Que Deus conduza cada passo da sua caminhada e permita que você alcance lugares cada vez mais altos. Mas que o sucesso jamais faça você esquecer de onde veio, nem das pessoas que estiveram ao seu lado. Que a humildade que hoje transparece em seus gestos e em suas palavras permaneça como sua maior marca, porque ela vale mais do que qualquer fama.
Porque o verdadeiro sucesso não é apenas chegar ao topo.
É chegar lá sem precisar passar por cima de ninguém e sem perder a humildade que o levou até lá.
Pelo pouco que acompanhei da sua história, vejo em seus olhos sinceridade, humildade, gratidão e um coração no lugar certo. Que essas qualidades permaneçam as mesmas, agora que uma nova fase da sua vida já começou.
No fim das contas, a maior lição que Thiago Viana nos deixa é simples: o talento pode até ser descoberto por um vídeo, mas o valor de uma pessoa nunca deveria depender das circunstâncias em que ela vive.
E, quando talento, humildade e gratidão caminham juntos, o sucesso deixa de ser apenas uma conquista pessoal e passa a ser uma inspiração para todos.
O fim de semana de convenções partidárias no Rio Grande do Norte escancarou a primeira grande batalha da corrida de 202 que foi a guerra de narrativas sobre quem levou mais gente ao palco.
De um lado, ginásios tomados por bandeiras, baterias e camisas padronizadas; do outro, dirigentes políticos celebrando o que chamam de "demonstração incontestável de apoio popular".
No entanto, para além do entusiasmo das arquibancadas, é preciso aponta que lotação em convenção mede a musculatura da máquina partidária, mas não é garantia de voto na urna.
A anatomia da mobilização
O ambiente de uma convenção é, por natureza, uma bolha controlada. Ali se concentram os quadros mais engajados das legendas, os ocupantes de cargos comissionados, os pré-candidatos a deputado federal e estadual, que precisam mostrar serviço aos líderes das chapas, e a militância tradicional impulsionada pelas caravanas do interior.
Essa capacidade de deslocar dezenas de ônibus e lotar espaços como o Palácio dos Esportes ou o Ginásio Nélio Dias cumpre um papel tático indispensável.
Serve para injetar ânimo no próprio time, passar uma percepção de viabilidade eleitoral para eventuais doadores de campanha e, sobretudo, pautar a imprensa e as redes sociais nas 48 horas seguintes ao evento. É a chamada "prova social": ninguém quer estar no time que parece derrotado antes da largada.
O silêncio do eleitor comum
Onde mora, então, o risco de se fiar apenas na festa do final de semana? No fato de que o eleitor médio, aquele que não tem paixão partidária, que sofre com a fila do posto de saúde ou com o custo de vida, passou o domingo bem longe de qualquer ginásio.
Esse contingente de indecisos, que costuma definir a eleição apenas na reta final do horário eleitoral, não escolhe seu candidato pelo tamanho da bateria da convenção. Para esse público, o excesso de triunfalismo da militância pode até soar distante da realidade das ruas.
Historicamente, o Rio Grande do Norte já presenciou convenções apoteóticas que resultaram em derrotas acachapantes nas urnas, assim como campanhas que começaram timidamente em recintos acanhados e ganharam tração popular ao longo do processo.
A verdadeira disputa começa agora
Se a convenção serve como um "teste de estresse" do poder de organização de cada chapa, o jogo real a partir de agora muda de figura. A questão central deixa de ser "quantas pessoas cabem no ginásio" e passa a ser "como a mensagem desse candidato chega até a mesa da família norteriograndense".
A partir de agora, a força demonstrada no final de semana precisará ser convertida em três frentes práticas:
Capilaridade nos municípios: O engajamento das lideranças locais para colocar a campanha na rua de forma orgânica;
Estratégia digital: A capacidade de furar a bolha da militância e alcançar o eleitor comum nos grupos de família e no feed das redes;
Consistência do discurso: A oferta de respostas reais para os problemas do estado, superando o mero ataque aos adversários.
As fotos de ginásios lotados renderam belos vídeos e cards de redes sociais e animaram os bastidores partidários neste domingo. Mas, na segunda-feira, a poeira baixa e a realidade se impõe: o voto do militante e o voto do indeciso têm exatamente o mesmo peso no dia da eleição. E a conquista desse segundo grupo está apenas começando.
Com a rodada de pagamentos do INSS referente ao mês de julho já em andamento, aposentados, pensionistas e demais beneficiários precisam ficar atentos ao calendário escalonado para organizar as contas.
Os depósitos seguem o cronograma tradicional do órgão, dividido entre quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.621) e quem recebe acima do piso.
Para saber exatamente quando o dinheiro cai na conta, a regra continua a mesma: vale o último número do cartão do benefício, sem contar o dígito verificador que fica depois do traço. Por exemplo, se a sua numeração for 0108-4, a referência para a tabela é o número 8.
Confira abaixo o cronograma completo para você não se perder:
Quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.621):
Final 1: 27 de julho
Final 2: 28 de julho
Final 3: 29 de julho
Final 4: 30 de julho
Final 5: 31 de julho
Final 6: 3 de agosto
Final 7: 4 de agosto
Final 8: 5 de agosto
Final 9: 6 de agosto
Final 0: 7 de agosto
Quem ganha acima de um salário mínimo:
Finais 1 e 6: 3 de agosto
Finais 2 e 7: 4 de agosto
Finais 3 e 8: 5 de agosto
Finais 4 e 9: 6 de agosto
Finais 5 e 0: 7 de agosto
Como consultar: Para conferir o extrato de pagamento detalhado sem precisar sair de casa, o caminho mais rápido é acessar o aplicativo ou o site Meu INSS e buscar pela opção "Extrato de Pagamento". Quem preferir também pode ligar na Central 135, disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.
A marca de um ano de um dos episódios de violência contra a mulher mais chocantes do Rio Grande do Norte reacende não apenas a memória da dor, mas também o debate sobre a lentidão e as manobras no sistema de justiça.
O brutal espancamento da promotora de vendas Juliana Garcia dos Santos Soares, agredida com 61 socos pelo então namorado, o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, dentro do elevador de um prédio na Zona Sul de Natal, entra agora em uma fase decisiva nos tribunais.
Enquanto o acusado permanece preso na Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim, a defesa trava uma batalha para tentar anular o processo e evitar que ele vá a júri popular por tentativa de feminicídio.
As imagens registradas pelas câmeras de segurança, que ganharam o mundo pela crueldade em menos de um minuto de cena, foram decisivas para a pronúncia do réu pela 1ª Vara Criminal de Natal.
Na decisão, a Justiça destacou a "extrema violência e crueza" do ato, que desfigurou a estrutura óssea da vítima e deixou sequelas neurológicas permanentes.
Após a Justiça negar o pedido da defesa para rebaixar o crime para lesão corporal - tese em que os advogados alegavam que os golpes não geraram "perigo de vida imediato" -, os defensores mudaram a estratégia. A aposta agora é tentar anular o processo sob a alegação de uma falha formal na ordem dos prazos para as alegações finais entre a acusação e a defesa.
Como o caso corre sob segredo de justiça, o Tribunal de Justiça do RN reforça que a data do julgamento popular só poderá ser marcada após o esgotamento de todos os recursos nas instâncias superiores.
Enquanto as manobras jurídicas se sucedem, a sociedade potiguar segue acompanhando o caso como um símbolo da urgência no combate ao feminicídio.