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Reconhecimento facial pode auxiliar investigações contra invasão em Brasília

No último domingo, criminosos invadiram o prédio do Congresso, STF e Palácio do Planalto em Brasília. Com milhares de envolvidos, o governo precisará recorrer à tecnologias para identificar todos os participantes.
No ano passado, a própria polícia do Distrito Federal utilizou drones para realizar a identificação para combater a prática de boca de urna nas Eleições Gerais de 2022.
Além do governo, empresas privadas — incluindo redes sociais — também utilizam a tecnologia para o reconhecimento facial. As investigações também usarão dados de telefonia para identificar a localização dos suspeitos de invadirem o prédio dos três poderes
Reconhecimento facial pode ser usado para identificar participantes?
Desde 2020, a Serpro já possui um sistema de reconhecimento facial que é fornecido para empresas. O Biovalid usa o banco de dados da Secretaria Nacional de Trânsito para fazer a identificação biométrica.
Através dele, as companhias podem fornecer mais segurança para os usuários ao validar os cadastros em serviços que exigem outras etapas de segurança — como apps de banco.
Nos primeiros instantes da invasão aos prédios dos Três Poderes, imagens de emissoras de televisão e das redes sociais, divulgadas pelos próprios participantes, mostravam os rostos dos envolvidos.
Em alguns casos, criminosos mascarados retiraram o acessório dentro dos prédios públicos para se fotografarem dentro dos prédios do Três Poderes.
Além de divulgarem por conta própria a participação da invasão, os locais atacados contam com câmeras de segurança.
O uso dessas câmeras também permitirá que as investigações cruzem os dados de banco de imagens com as pessoas filmadas dentro dos prédios.
O sistema usado é o Abis, sigla em inglês para Solução Automatizada de Identificação Biométrica.