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OAB Mossoró entra com mandado de segurança pedindo a suspensão da cobrança do IPTU

Por em 29 de maio de 2017 às 13:00:53

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção de Mossoró, através do presidente Canindé Maia, do vice-presidente Kallio Gameleira e do presidente da comissão de Direito Tributário Michell Figueredo, impetrou um mandado de segurança coletivo com pedido de liminar ao juiz da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró, Pedro Cordeiro diante da forma como vem sendo feita a cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) do município de Mossoró.

Diante do pedido da OAB, o juiz Pedro Cordeiro intimou na última sexta-feira (26 de maio) a prefeitura de Mossoró para que em até 72 horas se pronuncie em relação aos aspectos elencados pela Ordem.

A OAB identificou que o município encaminhou um decreto ano passado, ainda na gestão do ex-prefeito Silveira, com a publicação da portaria 21/2016 que alterou em 8.49% o valor do IPTU realizando assim, a correção monetária dos valores conforme permitem o Código Tributário Nacional e o Código Tributário do Município. No entanto, o erro se deu quando o município reavaliou e alterou a planta de valores dos imóveis de Mossoró, sem que isso passasse previamente em forma de Lei pela Câmara Municipal de Mossoró.

“Estamos discutindo a legalidade da atual cobrança afirmando que o município não pode alterar a planta de valores dos imóveis de Mossoró inclusive, classificação e valor de metro quadrado de determinados imóveis, já que estes não passaram antes em forma de Lei, previamente encaminhada ao legislativo. Essas alterações só podem ser feitas com Lei”, afirma o presidente da OAB Mossoró, Canindé Maia.

A OAB sai em defesa da sociedade quando argumenta que a cobrança elevada do IPTU tem preocupado a população e os valores atuais resultantes da reavaliação realizada estão completamente em desacordo com a realidade.

O documento redigido pela OAB Mossoró diz que:

“torna-se incabível a alegação de atualização cadastral ou ampliação da área e mudanças nas características dos imóveis, pelo simples fato desta ter modificado a base de cálculo do IPTU, tornando-o mais oneroso.

Pensar de uma forma diferente seria criar uma modalidade de exceção ao princípio da legalidade tributária, não previsto no Código Tributário Nacional, muito menos na Constituição de 1988.”

Por isso, a OAB pede a suspensão da cobrança do IPTU até que sejam corrigidas todas as colocações apontadas.

Ainda esta semana e após ouvir a Prefeitura a OAB terá a confirmação ou negação do pedido.



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OAB Mossoró participa de Ação Global neste sábado

Por em 26 de maio de 2017 às 12:45:07
Exibindo AçãoGlobal2017.jpg
 
Neste sábado, 27 de maio a OAB Subseção de Mossoró se soma a 26ª edição do projeto Ação Global que acontecerá no Sesi em Mossoró, no bairro Doze Anos. O projeto visa oferecer serviços gratuitos à população, como emissão de documentos e atendimentos de saúde, gratuitos. A OAB estará com um grupo de 20 advogados (as) prestando orientações jurídicas gratuitas à população que necessitar de esclarecimentos, das 9h00 às 17h00. Para o vice-presidente da OAB, advogado Kallio Gameleira, o Ação Global é um projeto importante, e a participação da OAB contribuiu para ampliar o número de serviços à disposição do cidadão.
 
Serviço - Projeto Ação Global
Data - 27 de maio
Hora: das 9h às 17h
Local: Sesi em Mossoró


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OAB intervém a favor dos moradores da escola Margarida e liminar de despejo é suspensa

Por em 16 de maio de 2017 às 12:01:18
Canindé Maia - Presidente da OAB Subs Mossoro
 
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção de Mossoró participou hoje de audiência na II Vara da Fazenda Pública em Mossoró com a juíza Andressa Luara Holanda para tratar sobre a ação de despejo  dos moradores que ocupam a Escola Estadual Profa. Margarida Maria de Souza, no bairro Abolição III. 
 
A Procuradoria do Estado entrou com ação de despejo ano passado e a magistrada então, determinou que as famílias fossem retiradas da escola, porém a OAB ingressou na ação como Amicus Curae, solicitando que a juíza fizesse uma audiência de conciliação para poder narrar a situação desses moradores, já que o município se comprometeu de entregar à estas famílias, casas que estão sendo construídas no empreendimento Odete Rosado que está sendo construído pela Caixa Econômica Federal e que até então, apenas apenas 07 dos 44 moradores foram contemplados. 
 
"Tivemos notícias essa semana que tem mais 211 casas para serem distribuídas no Minha Casa Minha Vida de pessoas que não compareceram, outras com ações de despejo e que os moradores que hoje estão na escola Margarida gostariam de saber a situação delas", ressalta o presidente da OAB Mossoró, Canindé Maia.   
 
Ainda segundo Canindé, a juíza foi sensível e suspendeu a liminar de despejo. Na audiência houve espaço para um acordo entre a Procuradoria do Estado do RN  e a OAB, para que a magistrada Dra. Andressa Luara Holanda intimasse o município de Mossoró para que possa justificar essa situação que os moradores estão dizendo sobre as casas do Odete Rosado.
 
A próxima audiência de conciliação para tratar sobre esse assunto já está marcada para o dia 06 de junho, às 10h também na Vara da Fazenda Pública.

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