Política
O ARCO-ÍRIS DOS PARTIDOS

Os cidadãos brasileiros definiram nas urnas os 513 deputados federais que assumirão assentos na Câmara a partir de fevereiro de 2027. O preenchimento das vagas segue o critério proporcional à população de cada unidade da federação.
Enquanto estados populosos como São Paulo elegem 70 representantes, o Rio Grande do Norte elege 8 deputados federais, sendo que 4 foram reeleitos e três novatos, refletindo o dinamismo e as novidades na representação política no estado.
Natália Bonavides (PT): 215.509 votos (reeleita)
Nina Souza (PL): 185.248 votos
Benes Leocádio (União): 171.396 votos (reeleito)
Sargento Gonçalves (PL): 154.073 votos (reeleito)
General Girão (PL): 133.258 votos (reeleito)
Dr. Bernardo (PV): 130.835 votos
João Maia (PP): 123.040 votos (reeleito)
Thabatta Pimenta (PV): 92.743 votos
Na disputa legislativa, a contagem de votos opera com foco na legenda partidária. As siglas acumulam os votos nominais e de legenda, puxando os candidatos mais votados em cada estado de acordo com o total de cadeiras conquistadas.
Essa engrenagem frequentemente gera debates sobre a dinâmica do sistema proporcional, onde o desempenho global de um partido pode influenciar a eleição de nomes específicos.
Entre os grandes movimentos nacionais, o PL destacou-se ao formar a maior bancada, concentrando candidaturas com votações expressivas que quebraram marcas históricas anteriores.
Nikolas Ferreira (PL-MG) – 27,20% dos votos do estado: 3.119.161
Lucas Pavanato (PL-SP) – 12,82% dos votos do estado: 3.038.438
Erika Hilton (PSOL – SP) – 6,73% dos votos do estado: 1.596.472
André Fernandes (PL – CE) – 12,40% dos votos do estado: 684.372
Julia Zanatta (PL-SC) – 13,15% dos votos do estado: 560.223
Paralelamente, o PT consolidou-se na segunda posição em tamanho de bancada, evidenciando a continuidade de um panorama político polarizado, seguido por outras grandes forças partidárias como União, PP, PSD, Republicanos, MDB, Podemos, PSB e PCdoB.
Os parlamentares eleitos terão mandatos de quatro anos com início em fevereiro de 2027, tendo como missões centrais a representação popular, a elaboração de leis, a fiscalização do Poder Executivo e a prerrogativa de deliberar sobre processos de impeachment presidencial conforme os critérios constitucionais.
No âmbito institucional, a primeira grande articulação da nova legislatura ocorrerá na escolha da presidência da Casa, um cargo com influência decisiva sobre a tramitação e priorização da agenda legislativa.