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Comissão de Segurança acompanha manifestações em Mossoró

Por em 25 de novembro de 2015 às 12:34:52

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, está acompanhando a movimentação de estudantes e trabalhadores que estão acampados na Prefeitura de Mossoró, visando garantir que direitos fundamentais como a livre manifestação do pensamento, o direito pacífico de reunião e outros que são essenciais ao Estado Democrático de Direito.

O impasse entre os manifestantes e o Poder Executivo Municipal está sendo acompanhado de perto pela OAB, através da Comissão de Segurança Pública. A Subseção de Mossoró, no entanto, posiciona-se totalmente contrária a qualquer ato que exceda os limites previstos na Constituição e na legislação.

No final da tarde de ontem, a OAB/Mossoró emitiu uma nota de apoio ao movimento dos estudantes e trabalhadores, enfatizando a sua defesa à livre manifestação do pensamento e sua preocupação com possíveis violações de direitos fundamentais. Hoje, o presidente da Subseção local, Aldo Fernandes, reafirma o posicionamento da Ordem.

“A OAB tem uma responsabilidade social, conforme determina nossa Constituição e o Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil. Dentro deste prisma, a Ordem em Mossoró não poderá se quedar diante desta instabilidade social que estamos acompanhando”, fala o presidente, enfatizando a preocupação da Ordem com a defesa da Carta Magna.

Em virtude dos últimos acontecimentos envolvendo forças locais de segurança e os manifestantes, a presidência local da Ordem dos Advogados do Brasil designou a Comissão de Segurança Pública para acompanhar de perto o impasse, visando intermediar uma solução pacífica, sem que haja nenhum tipo de excesso, de ambas as partes envolvidas.

“A OAB atuará de forma institucional, garantindo que seja cumprido e garantido o direito constitucional dos manifestantes, dentro de uma diplomacia. Não podemos jamais admitir que direitos outrora violados, sejam novamente atingidos. Pelo contrário, devemos garantir a aplicabilidade de tais direitos”, finaliza Aldo.



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OAB emite nota de apoio ao protesto dos estudantes de Mossoró

Por em 24 de novembro de 2015 às 19:32:37

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, manifesta o seu apoio aos estudantes e demais participantes do movimento que reivindica melhorias para o sistema de transporte público de Mossoró, que inclui a redução do valor da passagem, que foi reajustado em 50%.

A OAB, por meio de nota pública, externa a sua preocupação com ações que possam ferir o direito à liberdade de expressão ou que venham a ameaçar o pleno exercício da cidadania. A OAB coloca-se à disposição das partes envolvidas no conflito para a busca de uma solução.

- Confira a nota na íntegra:

Em apoio ao movimento estudantil de Mossoró

  • A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, externa o seu apoio irrestrito ao movimento estudantil de Mossoró, que no dia 20 deste mês iniciou ações de protesto contra o aumento no valor da passagem do transporte coletivo, reivindicando a revogação do ato e uma série de melhorias para o transporte público.
  • Queremos ressaltar que a OAB é favorável a todo o qualquer tipo de manifestação democrática e cidadã, exercendo assim o seu dever de guardiã do Estado Democrático de Direito, previsto no Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil. Nosso papel é garantir que os direitos do cidadão sejam respeitados.
  • Diante do exposto, a Ordem dos Advogados do Brasil reafirma sua luta na defesa da democracia, ao tempo em que reprova qualquer atitude que impeça a livre expressão da opinião, que possa tolher o exercício pleno e legal da cidadania. A OAB coloca-se à disposição das partes envolvidas para que a solução seja alcançada.

ALDO FERNANDES DE SOUSA NETO

Presidente da OAB, Subseção de Mossoró

Mossoró, 24 de novembro de 2015



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Corte Especial condena desembargador a prisão em regime fechado

Por em 23 de novembro de 2015 às 15:01:12

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou na última quarta-feira, (18) o desembargador Evandro Stábile a seis anos de reclusão em regime inicial fechado. Ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TJMT), Stábile foi condenado por aceitar e cobrar propina em troca de decisão judicial.

O crime de corrupção passiva foi descoberto no curso das investigações da operação Asafe, na qual a Polícia Federal apurou um esquema de venda de sentenças.

A relatora da ação penal, ministra Nancy Andrighi, apontou que o desembargador aceitou e cobrou propina para manter a prefeita de Alto Paraguai no cargo. Ela perdeu as eleições, mas o vencedor teve o mandato cassado por suposto abuso de poder econômico.

Seguindo o voto da relatora, a Corte Especial condenou o desembargador de forma unânime. Houve divergência apenas quanto à fixação da pena e o regime inicial de cumprimento da prisão.

A condenação também impôs a perda do cargo. Como o desembargador respondeu a todo o processo em liberdade, a Corte Especial estabeleceu que a prisão deverá ser cumprida após o trânsito em julgado da decisão, mantendo o afastamento do cargo.


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