Os telefones Android receberão um sistema de carregamento rápido sem fio semelhante ao MagSafe em breve. O Wireless Power Consortium (WPC) apresentou um novo padrão Qi2 que substituirá o carregamento Qi.
O carregamento Qi é um padrão universal criado pelo consórcio multinacional WPC para recarregar dispositivos por "indução magnética" sem a necessidade de conectividade por fio entre carregador e aparelho.
Atualmente, o padrão de carregamento Qi é utilizado para recarregar iPhones ou AirPods com a versão mais recente do iOS, além de outros dispositivos como celulares Android, tablets e smartwatches.
Alguns telefones Android como Google Pixel 7 e Samsung Galaxy S22 já oferecem carregamento sem fio. No entanto, não há um carregador com carregamento rápido para estes dispositivos como o MagSafe da Apple.
Depois do iPhone 14, as fabricantes de celulares Android já podem levar a conexão via satélite aos seus produtos. É o que promete a nova solução da Qualcomm: o Snapdragon Satellite.
Segundo a companhia, a novidade vai permitir que smartphones utilizem a rede da Iridium.
O recurso foi revelado durante a CES 2023.
Em nota, a Qualcomm explicou que a solução vai utilizar o seu modem para se conectar à rede de satélites de órbita terrestre baixa (LEO) da Iridium. Assim, os usuários terão mais um ponto de acesso para se comunicar com outras pessoas.
De acordo com a Iridium, a rede já oferece cobertura em todo o planeta.
O acesso à rede acontecerá via banda L, que é citada como “resistente às intempéries”, ao contrário das bandas Ka e Ku. No entanto, mesmo que seja uma solução oferecida pela fabricante de chips, isto não significa que todos os smartphones com componentes da marca terão acesso ao recurso neste momento.
Para usar o Snapdragon Satellite, é preciso que o telefone tenha o processador Snapdragon 8 Gen 2 em seu interior. E já há uma aposta de modelo com suporte ao recurso: o futuro Galaxy S23, que deve ser anunciado nas próximas semanas com a tecnologia.
Claro, a Qualcomm vai liberar o recurso para outros chips. No entanto, ainda não se sabe quando a tecnologia vai aparecer em celulares intermediários.
O instituto JAJ, do ex-lutador de MMA José Aldo, assinou um convênio de R$ 199.998,55 com o governo de Jair Bolsonaro (PL) depois do 1º turno, em 5 de outubro de 2022.
O termo de fomento, documento que oficializa a parceria, foi assinado pela Secretaria Nacional de Esporte, que na antiga gestão era vinculado ao Ministério da Cidadania. Eis a íntegra do termo (911 KB).
Em 6 de outubro, o documento foi publicado no Diário Oficial da União. Eis a íntegra do extrato de fomento (60 KB).
Além do convênio firmado durante a gestão de Bolsonaro, Aldo teve viagens e diárias pagas pelo governo, fazendo o itinerário: Rio de Janeiro a Brasília, segundo o Portal de Transparência. Depois de deixar a gestão, o ex-presidente foi para EUA, onde está hospedado na mansão do ex-lutador de MMA.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse nesta quinta-feira (05/01) que o objetivo do governo é incluir as camadas mais vulneráveis do país nos projetos e no orçamento público. A afirmação foi feita durante a cerimônia de transmissão do cargo, em Brasília (DF).
"Os pobres estarão, prioritariamente, no orçamento público. Mas não apenas eles: a primeira infância, os jovens e idosos estarão no orçamento. As mulheres, os negros, os povos originários, estarão no orçamento. As pessoas com deficiência, a comunidade LGBTQIA+ estarão no orçamento. Os trabalhadores brasileiros estarão no orçamento. Nosso plano de governo tem que abarcar todas essas necessidades sem causar desarranjo nas contas públicas, de olho na dívida pública e nos indicares econômicos", assegurou ela.
A solenidade contou com as presenças do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, do ex-presidente José Sarney, e de ministros, parlamentares e diversas autoridades.
Antes de começar a discursar, Tebet lembrou-se da surpresa que sentiu ao ser convidada para a pasta do Planejamento e Orçamento pelo presidente Lula. "Presidente, nesta pauta nós temos divergências econômicas", ressaltou.
"Ele simplesmente me ignorou, como quem diz: 'É isso que eu quero. Porque eu sou um presidente democrata e um presidente democrata não quer apenas os iguais. Quer os diferentes para se somar'. É assim que se constrói uma nação soberana, igual, justa e para todos", recordou a ministra.
Simone Tebet adiantou os desafios que terá à frente e disse que trabalhará atenta à Lei Orçamentária, mas também de olho no Plano Plurianual, "porque saberemos o que queremos fazer no primeiro ano, no segundo ano, nos quatro anos e deixaremos um planejamento organizado para os próximos oito, doze, vinte, trinta anos no Brasil".
O presidente Lula (PT) se reúne na manhã desta sexta-feira (6) com todos os seus ministros para sua primeira reunião geral.
Pelo Twitter, ele disse que o objetivo é "organizar os trabalhos na primeira semana de presidência".
Lula ainda afirmou que seu governou pegou a "casa mal cuidada" por Jair Bolsonaro (PL) e companhia.
"Hoje temos a primeira reunião ministerial, para organizar os trabalhos na primeira semana de presidência. Estou otimista com o início do governo. Pegamos a casa mal cuidada, mas já estamos trabalhando, porque nossa responsabilidade é muito grande com o povo brasileiro. Bom dia!", publicou.
Integrantes do Congresso Nacional já iniciaram, nos bastidores, um bolão a respeito de quem será o primeiro ministro a ser demitido do novo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre os favoritos estariam a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, e o da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.
O nome de Daniela, conhecida como Daniela do Waguinho, está enfraquecido depois circulado nas redes sociais fotos e vídeos dela ao lado de pessoas supostamente envolvidas com a milícia no Rio de Janeiro.
No caso de Góes, o problema estaria do fato de ele já ter sido condenado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a seis anos e nove meses de prisão após ser acusado de desviar dinheiro de empréstimos consignados de servidores do estado do Amapá, o qual governou entre 2003 e 2010 e entre 2015 e 2022.
A condenação de Góes foi em 2019, mas o caso dele ainda será avaliado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A tendência para o primeiro trimestre de
2023 (janeiro, fevereiro e março) no Rio Grande do Norte é de volumes
de chuva com volumes de normal a acima do normal devido a permanência do
Fenômeno La Niña (esfriamento das águas do oceano Pacífico) associadas
ao aquecimento das águas do oceano Atlântico.
A previsão para o Estado é de volumes
médios de 60,4mm, 92,9mm e 159,7mm, para janeiro, fevereiro e março,
respectivamente. Os dados são do Sistema de Monitoramento da Empresa de
Pesquisa do Rio Grande do Norte (Emparn).
“Com relação a previsão para o próximo
período chuvoso (fevereiro a maio), a tendência é que seja com chuvas
acima do normal”, comentou o chefe da unidade, Gilmar Bristot.
O novo ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, defende a retomada de serviços como a emissão de licenças para embarcações pesqueiras e a carteira profissional para pescador.
“A ineficiência nessas ações levou prejuízos econômicos e excluiu pescadores e pescadoras artesanais do acesso às políticas públicas”, disse, durante discurso de transmissão de cargo, realizado na terça-feira (03/01), em Brasília (DF).
Segundo ele, o novo ministério sinaliza o apoio ao desenvolvimento mais amplo da pesca artesanal, da aquicultura e da pesca industrial, cujo equilíbrio entre a produção de alimentos saudáveis, a geração de renda e trabalho, participação e justiça socioambiental devem caminhar juntos.
“É preciso compreender o papel do estado como indutor do desenvolvimento dos setores econômicos, mas em sintonia com a inclusão das comunidades tradicionalmente excluídas. Defendemos a sustentabilidade como vetor das políticas públicas com participação social e o exercício pleno da cidadania”, afirmou.
Pesca e Aquicultura até ano passado era uma secretaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) mas, anteriormente, no segundo governo do presidente Lula, foi criado com status ministerial.
Participaram da cerimônia de transmissão de cargo, os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; do Turismo, Daniela Carneiro; da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos e o ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin, o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres e o líder do PSD na Câmara dos Deputados, Antônio Britto, entre outras autoridades e representantes do setor produtivo.
De olho no mercado de trabalho e no crescimento prático e profissional dos alunos, o UNINASSAU -- Centro Universitário Maurício de Nassau Natal promoveu a 4 edição da premiação que visa escolher as melhores instituições para estagiar.
O prêmio anual foi dado na edição deste ano para a empresa Focus comportamental, Prefeitura da cidade e o colégio particular Sei.
De acordo com o diretor da UNINASSAU Natal, André Lemos, a iniciativa visa incentivar empresas, instituições a investir nesses novos profissionais que estão aprendendo uma profissão e entrando no mercado de trabalho.
“Além disso, é o nosso reconhecimento para aquelas que contribuíram com o desenvolvimento dos nossos discentes. Eles receberam o certificado de reconhecimento”, comenta.
O prêmio foi desenvolvido pela diretoria da UNINASSAU Natal e acontece, geralmente, no mês de dezembro de cada ano desde a sua primeira edição.
A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Non Matri, na manhã desta quinta-feira (5/1), para combater abusos sexuais infantis cometidos por um pai e uma mãe contra os próprios filhos, duas meninas, uma de 6 anos e outra de 1 . Os crimes ocorreram no município de Paraty (RJ).
As investigações começaram a partir de informações repassadas pela Agência da União Europeia para a Cooperação Policial (Europol) ao Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantil (Sercopi), da PF.
Os policiais analisaram vídeos divulgados no exterior e constataram que as vítimas eram brasileiras, moradoras de Paraty. Os pais das crianças foram presos por uma equipe da Delegacia de Polícia Federal (DPF) em Angra dos Reis.
Os investigados responderão pelos crimes de estupro de vulnerável e de compartilhamento e armazenamento de pornografia infantil. Caso condenados, podem pegar pena máxima, de 25 anos.
O nome da operação, “Non Matri”, em tradução livre do latim significa “não é mãe”.
O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá concluir ainda no primeiro semestre de 2023 um julgamento que se arrasta há 25 anos e com possíveis impactos para as relações entre empresas e empregados no Brasil.
Em uma das possibilidades à mesa, poderá proibir as demissões injustificadas, ou seja, aquelas que não tenham uma razão baseada em questões econômicas (da empresa) ou comportamentais (do empregado).
Não é essa possibilidade, porém, em discussão no STF.
O que os ministros discutem desde 1997 na ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 1.625 é a legalidade de um decreto assinado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) cancelando a adesão do Brasil à Convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).
A convenção define critérios para o encerramento dos contratos de trabalho por iniciativa do empregador.
Em um de seus artigos, a 158 prevê que: "não se dará término à relação de trabalho de um trabalhador a menos que exista para isso uma causa justificada relacionada com sua capacidade ou seu comportamento ou baseada nas necessidades de funcionamento da empresa, estabelecimento ou serviço."
O QUE O STF PODE DECIDIR
Existem três possibilidades principais na mesa, com base nos votos proferidos até agora. Como ainda faltam votos de três ministros -Alexandre de Moraes, Kassio Nunes e André Mendonça- e os que já se manifestaram podem mudar seus entendimentos até o fim, o resultado final segue imprevisível.
Os ministros Rosa Weber e Ricardo Levandowski e o ex-ministro Joaquim Barbosa consideraram que o decreto de FHC precisaria ter passado pelo Congresso Nacional para ter validade e, ao não fazer isso, a publicação é inconstitucional.
A ministra do Turismo, Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ), contratou nas eleições de 2022 e nas de 2018 uma empresa que estaria envolvida em suposto caixa 2 do próprio marido dela, o prefeito de Belford Roxo, Waguinho (União Brasil).
Daniela pagou R$ 370,8 mil em 2018 e R$ 64,4 mil em 2022 à Lastro Indústrias Gráficas LTDA, do empresário João Morani Veiga. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo a Procuradoria, Waguinho e Canella teriam usado caixa 2 no pleito de 2016 para a aquisição de panfletos e revistas de campanhas.
O material foi apreendido antes mesmo da abertura das contas de campanha do prefeito e do vice, o que configurou o caixa 2. Apesar de citada, a Lastro não chegou a ser denunciada pelo MPRJ.
O dono da empresa, contudo, confirmou ter produzido parte da propaganda.
A Amazon anunciou na quarta-feira (4) que cortará mais de 18.000 empregos de sua força de trabalho, incluindo alguns na Europa, e justificou a decisão pelo contexto de uma “economia incerta” e pelo fato de a gigante do varejo on-line ter contratado rapidamente durante a pandemia da covid-19.
“Entre as reduções que efetuamos em novembro e as que compartilhamos hoje, planejamos eliminar pouco mais de 18.000 postos”, declarou o CEO do grupo americano, Andy Jassy, em um comunicado enviado aos funcionários.
O plano de redução de pessoal é o maior entre os recentes anúncios de cortes de empregos que afetam o setor de tecnologia dos Estados Unidos. É também o plano mais severo da história da empresa com sede em Seattle.
Jassy informou que a diretoria da empresa estava “profundamente ciente de que esses cortes de empregos são difíceis para as pessoas e não tomamos essas decisões levianamente”.
Estamos trabalhando para apoiar os afetados e oferecer a eles pacotes que incluem indenização, seguro de saúde temporário e ajuda externa para encontrar trabalho”, acrescentou.
Algumas das demissões ocorrerão na Europa, segundo Jassy, que acrescentou que os trabalhadores afetados serão informados a partir de 18 de janeiro da demissão.
O anúncio repentino, observou Jassy, estava sendo feito, porque “um de nossos colegas de equipe vazou essa informação externamente”.
A JBL anunciou novidades de sua linha de aparelhos sonoros na CES 2023. Um dos principais destaques é o Endurance Peak 3, novo headphone sem fio que promete entregar a maior resistência entre a categoria. Com uma bateria robusta e recursos para garantir maior imersão, o par de gadgets chegará em fevereiro.
Primeiramente, vale apontar que o novo headphone da empresa americana virá com certificação IP68. Isso quer dizer que ele terá o máximo de proteção contra água e poeira. A companhia afirma que os gadgets resistem a água doce ou salgada por 30 minutos de uso ativo.
Sendo assim, o maior foco do Endurance Peak 3 acaba sendo as pessoas que praticam exercícios físicos com grande frequência. Falando nisso, o recurso Ambient Aware permite uma imersão maior durante as atividades, tanto na academia quanto em outros locais. Outra ferramenta interessante é o TalkThru, que promete facilitar as conversas através do fone.
Além disso, a bateria interna deverá durar por 50 horas, mas não se engane, serão 10 horas nos fones + 40 horas no estojo.
Conforme o comunicado da companhia, o headphone usa um driver dinâmico de 10 mm e quatro microfones para ligações. Os fones de ouvido vão ser lançados no dia 19 de fevereiro e vão custar R$ 849,00.