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OAB entra na luta para evitar fechamento do hospital São Camilo de Lellis

Por em 19 de outubro de 2016 às 10:40:50

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, estudará quais as medidas poderão ser adotadas para garantir o funcionamento do hospital psiquiátrico São Camilo de Lellis, que atende cerca de 70 pacientes e enfrenta dificuldades financeiras.

Os servidores temem pelo seu fechamento, a exemplo do que está acontecendo com o Hospital da Mulher de Mossoró (HMM), e por isso resolveram pedir o apoio da OAB e de outras entidades para evitar a medida extrema.

Representantes da Ordem terão uma reunião hoje (19) à tarde com servidores do hospital psiquiátrico e participarão também de uma audiência pública que será realizada amanhã (20) na Câmara Municipal de Mossoró.

Na tarde de hoje, a OAB receberá o diretor-técnico do hospital psiquiátrico, o psiquiatra João Batista, a enfermeira Helena Rebouças e a terapeuta ocupacional Elaine Rodrigues.

A campanha pelo não fechamento do hospital psiquiátrico começou após a notícia do encerramento das atividades no Hospital da Mulher de Mossoró, conforme Helena Rebouças.

“Passamos por uma situação de penúria aqui. A Prefeitura de Mossoró está desassistindo o hospital. Isso vem ocorrendo há bastante tempo, mas nós vínhamos contornando e chegou ao ponto de faltar alimentos e não termos mais como funcionar”, relata a enfermeira, citando o exemplo do HMM, que enfrentou dificuldades financeiras.

Segundo Canindé Maia, presidente da OAB/Mossoró, a reunião de hoje servirá para que os servidores expliquem o quadro atual do hospital psiquiátrico.

“Ouviremos o que eles têm a dizer e a partir disto tomaremos as medidas cabíveis”, explica o presidente, acrescentando que a Ordem estará presente na audiência pública que será realizada amanhã, na Câmara dos Vereadores de Mossoró, com a finalidade de discutir a situação do hospital psiquiátrico São Camilo de Lellis.

“Estaremos presentes na audiência pública e faremos o que for possível para evitar que Mossoró perca mais uma unidade hospitalar”, adiantou o presidente, reforçando a posição da OAB na defesa dos direitos fundamentais.



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OAB defenderá manutenção do Hospital da Mulher

Por em 18 de outubro de 2016 às 14:35:58

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Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, participarão nesta semana de dois encontros que visam garantir o funcionamento do Hospital da Mulher de Mossoró (HMM). As duas reuniões terão a presença do juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal, que determinou a transferência do HMM para o Hospital e Maternidade Almeida Castro.

O secretário estadual de Saúde Pública do RN, George Antunes, confirmou sua presença no segundo encontro, mostrando-se disposto a ouvir a OAB e as demais entidades que lutam contra o fechamento do HMM.

O primeiro encontro ocorrerá nesta quarta-feira (19), com a presença dos advogados Canindé Maia e Kallio Gameleira, presidente e vice-presidente da OAB/Mossoró, do juiz Orlan Donato e de representantes do sindicato dos trabalhadores da saúde em Mossoró.

Na quinta (20), a reunião será com os membros da OAB, o juiz federal e o secretário estadual de Saúde do RN, George Antunes, que já confirmou sua presença. Nas duas ocasiões, a intenção da Ordem dos Advogados e das demais instituições que lutam pela manutenção do Hospital da Mulher será mostrar a viabilidade e a necessidade do HMM.

A OAB tem participado de inúmeras discussões nos últimos dias, visando apontar soluções viáveis para o não fechamento do Hospital da Mulher.

Na semana passada, Canindé Maia participou de uma audiência pública na Câmara dos Vereadores e externou o posicionamento da instituição contra o fechamento da unidade hospitalar, além de expor a preocupação com as mudanças que estão para acontecer, caso a justiça mantenha a decisão que determinou o fechamento do Hospital da Mulher.

Para Canindé Maia, o fechamento poderá provocar graves prejuízos à sociedade, afetando inúmeras famílias.



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Em audiência pública, OAB defende manutenção do Hospital da Mulher

Por em 13 de outubro de 2016 às 15:27:17

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A Câmara Municipal de Mossoró (CMM) realizou hoje (13) audiência pública para discutir o fechamento do Hospital da Mulher de Mossoró (HMM), que por decisão judicial, será transferido para o Hospital e Maternidade Almeida Castro.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, esteve presente na audiência, manifestando a sua posição contrária ao fechamento do Hospital da Mulher, assim como representantes de várias outras categorias.

Uma reunião com a participação da OAB e das demais entidades ocorrerá na próxima terça-feira (18) com o juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal, para que seja revista a decisão e o HMM não seja fechado.

Participaram da audiência representando a OAB/Mossoró os advogados Canindé Maia e Bárbara Paloma, presidente da Subseção de Mossoró e secretária-geral da OAB/Mossoró, respectivamente.

Em sua fala, Canindé voltou a mencionar a preocupação da instituição quanto ao plano de trabalho que será adotado pela junta interventora e também quanto à origem dos recursos que serão destinados ao Hospital e Maternidade Almeida Castro, caso seja mantida a decisão do fechamento do HMM.

A OAB integrará uma comissão que foi criada para reunir elementos probatórios necessários à comprovação da inviabilidade da transferência do HMM para o Hospital Almeida Castro.

A OAB tem atuado em diversas frentes para evitar que o Hospital da Mulher de Mossoró seja fechado. Na semana passada, o presidente e o vice-presidente da OAB/Mossoró, Canindé Maia e Kallio Gameleira, estiveram reunidos com o juiz federal Orlan Donato Rocha.

Eles demonstraram a preocupação da instituição com os danos que a medida poderá provocar à sociedade. Dias antes, houve uma reunião na OAB com funcionárias do Hospital da Mulher, que procuraram a instituição para pedir apoio na luta contra o fechamento, expondo todo o problema.

“Juntaremos os documentos necessários para demonstrar que o melhor é a manutenção do Hospital da Mulher”, externa Canindé.


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