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Serra do Mel

PROFESSOR DA REDE MUNICIPAL É SELECIONADO PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL NA IRLANDA

Por em 22 de junho de 2026 às 13:23:59

A Secretaria Municipal de Educação de Serra do Mel celebra com grande entusiasmo a seleção do professor Dikson de Almeida Freire para a Missão de Trabalho PROEB Internacional, que acontecerá na Irlanda entre setembro e novembro de 2026.

Atuando com excelência há uma década e meia na rede pública municipal, Dikson desenvolve um trabalho fundamental na escola da  Vila Paraná, unindo o ensino de História a temas cruciais como as mudanças climáticas. 

Sua indicação para esse intercâmbio de dez semanas reforça o compromisso da gestão em valorizar o corpo docente e mostra que o conhecimento produzido na nossa zona rural tem relevância internacional.

"Para a nossa gestão, ver um educador da nossa terra alcançar esse espaço na Europa é uma validação de que estamos no caminho certo, apoiando quem transforma a realidade dos nossos alunos. O professor Dikson é um orgulho para Serra do Mel e um exemplo claro da força da escola pública", destacou Milane Azevedo, Secretária de Educação.



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Gerais

PREFEITURAS RECEBEM REFORÇO BILIONÁRIO COM FPM E 1% EXTRA; REPASSES DE 2026 JÁ SUPERAM TODO O ANO DE 2025

Por em 21 de junho de 2026 às 13:11:38
Portal CNM - Com queda de 15,30%, prefeituras recebem segundo repasse do FPM  na próxima sexta-feira - Confederação Nacional de Municípios

As prefeituras brasileiras recebem um reforço significativo no caixa com o pagamento da segunda parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), somado ao repasse extra de 1%, que totaliza R$ 9,9 bilhões.

Os recursos são 7,52% superiores aos registrados no mesmo período do ano passado e, segundo os dados divulgados, o volume transferido em 2026 já ultrapassa o total repassado durante todo o ano de 2025, apesar de o exercício ainda não ter sido concluído.

O novo repasse representa um importante incremento financeiro para os municípios, ampliando a capacidade de investimento e manutenção dos serviços públicos. O valor adicional de 1% do FPM, aliado à segunda parcela do fundo, fortalece os cofres das prefeituras em todo o país.

Os números mostram um crescimento de 7,52% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, o montante acumulado de recursos transferidos em 2026 já supera o total registrado ao longo de 2025, evidenciando um aumento na arrecadação e nos repasses constitucionais.

Mesmo diante do cenário de crescimento nas transferências, ainda há prefeitos que seguem reclamando da situação financeira dos municípios e das dificuldades para manter o equilíbrio das contas públicas.



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Gerais

SALÁRIO MÍNIMO ATÉ 2023 SERÁ DE R$ 2.020? MESMO IRRISÓRIO PARECE COISA DE PERÍODO ELEITORAL

Por em 21 de junho de 2026 às 12:11:41
Salário mínimo de R$ 2.020? Veja valor em 2027 e próximos anos

A possibilidade de o salário mínimo brasileiro alcançar a marca de R$ 2.020 nos próximos anos tem despertado a atenção de trabalhadores, aposentados e beneficiários de programas sociais em todo o país.

A estimativa foi apresentada pelo governo federal no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), documento que reúne as previsões econômicas e fiscais para os anos seguintes e inclui projeções para a evolução do piso nacional.

Atualmente, o salário mínimo está fixado em R$ 1.621. O valor é utilizado como referência para diversas remunerações e benefícios, impactando diretamente milhões de brasileiros. Entre os pagamentos vinculados ao piso nacional estão aposentadorias e pensões do INSS, seguro-desemprego e abono salarial. Por esse motivo, qualquer reajuste gera reflexos tanto na renda da população quanto nas contas públicas.

Embora a projeção de um salário mínimo de R$ 2.020 exista, ela está prevista apenas para 2030 e ainda depende do comportamento da economia nos próximos anos. O cálculo considera reajustes anuais próximos de 5%, levando em conta fatores como a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, o valor projetado não é definitivo. Isso porque as regras do novo arcabouço fiscal limitam o ganho real do salário mínimo — ou seja, o aumento acima da inflação — a uma faixa entre 0,6% e 2,5%. Com essa restrição, integrantes da equipe econômica estimam que o piso nacional possa atingir cerca de R$ 1.926 em 2030, ficando abaixo da previsão inicial de R$ 2.020.

Segundo as projeções apresentadas no PLDO, a trajetória do salário mínimo deve ocorrer de forma gradual. Para 2027, a estimativa é de R$ 1.717. Em 2028, o valor previsto sobe para R$ 1.812. Já em 2029, a projeção é de R$ 1.913. Por fim, em 2030, o piso poderia alcançar R$ 2.020.

Apesar das previsões, é importante lembrar que os valores são apenas estimativas. O salário mínimo oficial de cada ano só é definido posteriormente, após a consolidação dos índices de inflação e demais indicadores econômicos que servirão de base para o reajuste.



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Política

Queda de 12,5 pontos de Allyson na espontânea expõe dependência de lembrança induzida, revela Seta

Por em 21 de junho de 2026 às 10:25:44
Análise de dados quantitativos

Allyson Bezerra (UB) lidera a corrida ao Governo do Rio Grande do Norte com folga: 40% das intenções de voto quando seu nome aparece na cédula da pesquisa. Mas esse número conta só metade da história.

A outra metade, revelada pela modalidade espontânea da pesquisa Seta, expõe uma contradição reveladora, quando o eleitor precisa lembrar o nome por conta própria, sem qualquer indução, Allyson cai para 27,5%. Uma perda de 12,5 pontos percentuais que coloca uma lupa sobre a qualidade da sua liderança.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre 15 e 17 de julho, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e confiança de 95%. Registros no TSE: RN-01712/2026 e BR-00738/2026.

O placar da estimulada

Quando os nomes são apresentados ao eleitor, o cenário é este:

Allyson Bezerra (UB)40,0%+2,0 p.p. desde maio
Álvaro Dias (PL)24,2%+1,4 p.p.
Cadu Xavier (PT)12,9%+2,0 p.p.
Dário Barbosa (PSOL)0,8%—
Robério Paulino (PSOL)0,7%—
Karlo Rodrigo (Avante)0,7%—
Branco / nulo8,5%—
Indeciso12,2%—

Os três principais nomes cresceram ao mesmo tempo. Isso é relevante: não houve migração de votos entre eles. O que está acontecendo é que mais gente está tomando conhecimento da disputa — o bolo de intenções está crescendo, não sendo redistribuído.

O teste de fogo: a espontânea

Aqui é onde o cenário fica mais revelador. Na modalidade em que o eleitor precisa lembrar o nome sem ajuda, a queda é expressiva:

  1. Allyson: de 40,0% para 27,5% (−12,5 p.p.)
  2. Álvaro: de 24,2% para 12,4% (−11,8 p.p.)
  3. Cadu: de 12,9% para 7,9% (−5,0 p.p.)

E o dado mais gritante: 44,2% dos eleitores simplesmente não lembram de nenhum nome quando não são provocados.

Tradução: quase metade do eleitorado no RN ainda não tem um candidato fixado na cabeça. A marca dos três líderes ainda depende muito de lembrança induzida, não de enraizamento espontâneo.

Comparando o gap entre os três principais

CandidatoEstimuladaEspontâneaQuedaInterpretação
Allyson Bezerra40,0%27,5%−12,5 p.p.Liderança ampla, mas dependente de indução
Álvaro Dias24,2%12,4%−11,8 p.p.Patamar semelhante de fragilidade relativa
Cadu Xavier12,9%7,9%−5,0 p.p.Marca mais "colada", mas base ainda pequena

O dado curioso: Allyson e Álvaro têm gaps praticamente idênticos. Isso sugere que nenhum dos dois conseguiu, até agora, transformar presença política em memória eleitoral espontânea. Cadu, por outro lado, perde menos, o que indica que quem já o conhece, lembra dele naturalmente. O problema de Cadu é outro: pouca gente o conhece.

Por que o gap importa e por que ele pode ser fechado

O gap entre estimulada e espontânea é, na prática, uma medida de trabalho a ser feito. Ele representa o espaço entre:

O eleitor que reconhece o nome quando vê (estimulada)

E o eleitor que lembra do nome quando não está vendo (espontânea)

A campanha eleitoral — especialmente o horário gratuito em rádio e TV, o corpo a corpo e a cobertura da imprensa — existe justamente para fechar essa distância.

No caso de Allyson, a estratégia "167 razões" é a tentativa deliberada de acelerar esse processo. Se conseguir que o eleitor de Natal, Caicó ou São Gonçalo do Amarante lembre do nome sem ajuda, os 27,5% da espontânea tendem a subir, e a liderança se torna mais robusta.

Rejeição: o freio invisível

Álvaro Dias14,9% de rejeição
Cadu Xavier10,0%
Allyson Bezerra7,2%

Álvaro lidera a segunda colocação, mas também lidera a rejeição. Isso funciona como um teto. Ou seja, mesmo que cresça nas intenções, pode encontrar um limite natural na resistência do eleitorado. Allyson, por outro lado, tem rejeição relativamente baixa, o que é vantajoso para consolidar votos, seja no primeiro ou no segundo turno.

A conta que define tudo: os 50%

Para vencer em primeiro turno no RN, um candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos (ou seja, excluindo brancos e nulos). Recalculando os números estimulados nesse universo:

  • Allyson: 43,7%
  • Álvaro: 26,4%
  • Cadu: 14,1%

Mesmo no cenário mais otimista para o líder, faltam 6,3 pontos percentuais para fechar a conta. E os indecisos somam apenas 12,2%. Ou seja, mesmo que Allyson capturasse todos eles (hipótese improvável), ainda seria uma margem apertada.

Onde a eleição será decidida

Some os indecisos (12,2%) com brancos e nulos (8,5%): são 20,7% do eleitorado que ainda não tem lado definido na estimulada. Na espontânea, esse número salta para 51,2%.

Esse é o campo de batalha real da pré-campanha. Os próximos meses serão uma corrida para:

  1. Fixar a marca na cabeça dos eleitores que ainda não lembram de nenhum nome
  2. Reduzir a rejeição — especialmente para Álvaro, que tem o maior obstáculo nesse indicador
  3. Converter indecisos sem perder a base já conquistada

O cenário mais provável

A leitura técnica dos números, até esse momento, aponta para um caminho relativamente claro. A saber:

Allyson Bezerra chega ao segundo turno como favorito, mas sem força para liquidar a disputa no primeiro. Álvaro Dias tem fôlego para passar à fase final, mas carrega rejeição alta que pode limitar seu crescimento. Cadu Xavier, com o menor gap entre estimulada e espontânea, é quem tem a marca mais "colada" — mas precisa crescer muito para entrar na briga pelo segundo lugar.



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Política

Cabo Deyvison: o fenômeno que o PL está ignorando

Por em 19 de junho de 2026 às 08:39:16

Na grande maioria das vezes, a engrenagem da classe política funciona olhando apenas para o próprio umbigo. O foco quase sempre está restrito ao projeto pessoal de poder e em como garantir a próxima eleição. 

Até aí, nenhuma novidade, pois muitos consideram esse comportamento natural do jogo. No entanto, quando um partido, ou um grupo deles, entra em campo com o objetivo real de vencer uma eleição majoritária, o individualismo deveria dar lugar à inteligência de grupo. E é exatamente essa inteligência estratégica que parece estar em falta no Partido Liberal (PL) do Rio Grande do Norte.

Para entender o cenário atual, basta olhar friamente para o tabuleiro do estado. Hoje, o nome colocado como pré-candidato ao governo pelo grupo é o do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias. Quando analisamos o jogo dos números e observamos as pesquisas de intenção de voto, a realidade se impõe: em raríssimos cenários ele aparece liderando. 

Na maioria das vezes, Álvaro ocupa a segunda colocação, mas com um detalhe crucial: ele patina e não consegue sequer avistar o primeiro colocado na disputa. É um teto difícil de romper.

É aí que a falta de visão de grupo cobra o seu preço. O nome do momento, se o objetivo for competir de igual para igual e chacoalhar o processo eleitoral, não é o de Álvaro Dias. O nome que as ruas estão soprando se chama Cabo Deyvison, e os dados recentes servem justamente para escancarar essa realidade.

Mesmo figurando oficialmente como pré-candidato a deputado federal, Deyvison já aparece nas pesquisas como o quarto nome mais lembrado pelo eleitor potiguar, pontuando com força no meio de figuras tradicionais e parlamentares com mandato que vão buscar a reeleição. 

É um desempenho espontâneo que não pode ser ignorado. Somado a esse recall político, há o peso do recente atentado sofrido pelo militar. Quer queiram, quer não, o episódio trágico acabou gerando uma enorme visibilidade pública e uma onda de solidariedade que se converte em capital político.

O teste de fogo para comprovar essa tese é muito simples e fica o desafio no ar: por que os institutos de pesquisa não colocam o nome de Cabo Deyvison nas simulações para o Governo do Estado nos próximos trabalhos de campo? Será que algum deles terá a coragem de testar o termômetro real das ruas?

Enquanto a provocação fica sem resposta, o PL do Rio Grande do Norte segue arriscando manter uma estratégia engessada, correndo o risco de ver um verdadeiro fenômeno eleitoral ser limitado aos planos proporcionais por pura miopia de liderança.



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Política

A MIOPIA DE WALTER ALVES E O PRAGMATISMO AVASSALADOR DE ALLYSON BEZERRA

Por em 18 de junho de 2026 às 21:06:15

A corrida de bastidores para as eleições deste ano no Rio Grande do Norte desenha um cenário que desafia a lógica tradicional das alianças políticas. Há quem diga que o processo eleitoral em curso possui uma capacidade quase hipnótica, deixando eleitores e experientes caciques partidários em um estado de aparente cegueira estratégica. No epicentro dessa paralisia analítica está o MDB e, de forma muito particular, o vice-governador Walter Alves, pré-candidato a deputado estadual.

A grande contradição que se impõe nas rodas de conversa política do estado é clara: como uma legenda que indicou o deputado Hermano Morais (MDB) para a vaga de vice-governador na chapa majoritária de Allyson Bezerra (União Brasil) pode, simultaneamente, assistir ao desmonte silencioso de suas próprias bases? Se formalmente MDB e União Brasil caminham de mãos dadas rumo ao Governo do Estado, na prática das candidaturas proporcionais o clima é de canibalização territorial.

Em diversos municípios o avanço das hostes lideradas pelo ex-prefeito de Mossoró sobre os redutos e apoios históricos de Walter Alves deixou de ser um movimento de bastidores para se tornar um fato visível a olho nu. O silêncio ou a incapacidade de reação do comando emedebista diante dessa invasão de território chama a atenção de estrategistas.

Um sintoma claro desse enfraquecimento programado foi a recente desistência do Coronel Walmary Costa. O militar, filiado ao MDB, recuou de seus planos de disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte para reassumir a Secretaria de Segurança Pública de Mossoró, integrando-se à coordenação e ao projeto maior de Allyson. Uma baixa sensível no tabuleiro de xadrez proporcional do MDB, assimilada sem grandes ruídos.

Se o flanco no interior do estado já preocupa, o cenário na capital transformou-se em uma ameaça direta à sobrevivência eleitoral de Walter Alves. A movimentação que consolidou o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, como pré-candidato a deputado estadual, contando com a chancela e a bênção pública de Allyson Bezerra, funciona como o golpe de misericórdia na estratégia de votação do MDB na Grande Natal.

É elementar na geopolítica eleitoral potiguar que, ao entrar na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa operando na capital, Carlos Eduardo drena de forma agressiva os votos que Walter Alves necessitaria para consolidar sua eleição. 

Diante disso, a passividade com que o vice-governador "engoliu a seco" o movimento levanta duas hipóteses: ou há uma profunda vista grossa movida por pura ingenuidade, ou uma aposta arriscada de que o troco político poderá ser dado em um momento posterior.

O que o comando do MDB parece negligenciar é a própria natureza política do líder do União Brasil. A trajetória do pré-candidato ao Governo do Estado demonstra que seu projeto político é centralizador por definição: primeiro ele, segundo ele e terceiro ele. 

Esse traço, que na política tradicional costuma ser chamado de pragmatismo extremado, já foi batizado pelas ruas de forma muito mais popular.

Ao aceitar a vaga de vice na chapa majoritária com Hermano Morais, o MDB acreditou ter garantido um espaço de poder. No entanto, ao fechar os olhos para o avanço de Carlos Eduardo e para a desidratação de suas bases no interior, o partido arrisca sofrer o clássico "abraço do urso”.

Resta saber se Walter Alves possui um plano de contingência real para o pós-eleição ou se está apenas marchando, voluntariamente, para o isolamento político.

Quem melhor traduziu a essência dessa liderança foi um jovem eleitor de Mossoró, ainda durante a primeira campanha que o levou à Prefeitura de Mossoró, ecoou o grito que virou bordão e síntese de seu estilo de atuação: “Allyson, malvado!”.



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Estado

A SUA DOR NÃO ESTÁ NA NARRATIVA. ESTÁ NA FILA!

Por em 10 de junho de 2026 às 09:31:03

Tem uma guerra declarada entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Mossoró. O campo de batalha escolhido por ambos os lados é a saúde pública. E isso, convenhamos, diz muito sobre os dois. Não sobre a saúde. Sobre os dois.

Porque se a saúde fosse, de fato, a prioridade, e não o pretexto, ninguém estaria gastando saliva em disputa de narrativa enquanto o sistema range.

Alexandre Motta, infectologista e secretário de saúde do Estado, foi direto ao ponto. Disse que Mossoró inaugurou como "hospital" é, na prática, uma policlínica. Mudou o nome, não mudou a estrutura. A crítica tem fundamento técnico. Policlínica e hospital são coisas distintas, em capacidade, em complexidade, em obrigações legais. Chamar uma coisa de outra não transforma a realidade. Só muda o outdoor.

O ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, o alvo implícito da crítica, construiu boa parte do seu capital político recente em cima dessa inauguração. Se o secretário estadual tem razão, e os critérios técnicos sugerem que tem, o que foi vendido ao eleitor mossoroense como grande conquista precisa de reavaliação. Não é detalhe. É o centro da promessa.

Do outro lado, Morgana Dantas, titular da Saúde de Mossoró, saiu em campo para contra-atacar. Chamou Alexandre Motta de pior secretário estadual, trouxe uma enxurrada de indicadores e defendeu com unhas e dentes o equipamento municipal.

Acontece que Morgana Dantas não está em posição confortável para conduzir esse debate. Ela é o nome central da Operação Mederi, investigação que apura irregularidades justamente na gestão da saúde de Mossoró. Não é acusação jornalística. É fato público, noticiado, documentado. 

Uma secretária investigada por irregularidades na pasta que comanda não tem autoridade moral para se apresentar como referência de boa gestão. Pode ter números. Números, aliás, qualquer um escolhe quais apresentar.

A pergunta que Morgana não responde com planilha é outra, que a operação Mederi apontou a resposta.

No meio de tudo isso, existe uma verdade, onde um lado omite, o outro não, que é o Hospital Regional Tarcísio Maia que continua sendo a âncora da saúde da região Oeste. É ele que segura quando tudo o mais desaba. É para lá que a população corre quando a UPA não resolve, quando a policlínica-hospital não tem leito, quando o município não dá conta.

E o Tarcísio fica superlotado. Por quê? Porque os municípios ao redor, dezenas deles, não têm estrutura básica funcionando. Porque a atenção primária, que deveria resolver 80% dos casos antes de virar emergência, está sucateada em boa parte do interior. 

Porque o Estado não distribui especialistas. Porque a regulação é um labirinto. Porque falta médico, falta remédio, falta gestão. O Tarcísio Maia superlotado não é falha do Tarcísio. É o retrato de um sistema que empurra para cima o que deveria resolver embaixo.

Esse dado estrutural, inconveniente, sem culpado único, nenhum dos dois lados da guerra de narrativa tem interesse em discutir. Porque discuti-lo exigiria assumir responsabilidades que nenhum dos dois quer. Um vai dizer, literalmente, que é responsabilidade apenas do outro. 

O que o eleitor está assistindo, no fundo, é a uma disputa eleitoral travestida de debate técnico. Alexandre Motta representa um governo estadual que tem olho no protagonismo da saúde pública como bandeira para 2026. Morgana Dantas representa uma gestão municipal que precisa blindar o legado de Allyson Bezerra para mantê-lo competitivo na corrida ao Governo do Estado.

A saúde, nesse jogo, é moeda. É palco. É microfone. Quem paga a conta é quem não tem assessor de comunicação, quem não dá entrevista coletiva, quem não aparece no debate, que os microfones não alcançam, o paciente que acorda cedo, pega fila, espera, ouve que não tem vaga, vai embora com a mesma dor com que chegou.

Você que chegou até aqui precisa fazer a pergunta certa, não "quem tem razão nessa briga?", mas: por que essa briga está acontecendo agora, se esse problema é antigo?A resposta não está na saúde. Está no calendário.

A eleição que acontece em outubro está muito próxima. O interior do Rio Grande do Norte é eleitoralmente decisivo. Mossoró é a segunda maior cidade do estado. A saúde pública é o tema que mais mobiliza o eleitor de baixa renda, justamente aquele que mais usa o SUS e menos tem alternativa privada.

Nenhum dos dois lados está errado em tudo. Nenhum dos dois está completamente certo. Os dois têm interesse em que você escolha um lado, e esqueça de cobrar os dois.

Enquanto você toma partido, a fila do Tarcísio não diminui. A UPA não ganha mais médico. O interior não ganha especialista. O remédio não aparece na prateleira.

A saúde pública do Rio Grande do Norte, do estado como um todo, municípios incluídos, anda mal. Isso não é novidade, não é culpa de um partido só e não vai melhorar porque um secretário chamou o outro de incompetente na guerra de narrativas e espera que o algoritmo escancare isso para todos.

Vai melhorar quando você eleitor parar de aplaudir a narrativa e começar a cobrar o resultado. Sua saúde é sua. Sua fila é sua. Sua dor é sua.

A narrativa é deles. Cada um deles, defendem os seus (deles). Todos estão literalmente pinotando, para não perder aquilo que você sabe, mas não quer acreditar. Enquanto eles jogam (estão pinotando) para não perder o que você sabe, mas tem medo de admitir, você segue na fila esperando o básico que não chega. Quem deve acordar para essa realidade: eles ou você?



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Mossoró

DE REPENTE, TODO POLÍTICO CONHECE O PINGO DA MEI DIA

Por em 7 de junho de 2026 às 11:02:15
"Pingo da Mei Dia" abriu oficialmente o MCJ 2025. Foto: Francinildo Silva

O Pingo da Mei Dia é um dos eventos mais expressivos do Rio Grande do Norte. Não é de hoje. Cresce a cada edição, consolida público, movimenta Mossoró e reafirma sua identidade ano após ano.

Mas 2026 trouxe uma novidade que ninguém pediu.

Diferente do que a organização tem tentado comunicar, esta edição não superou a de 2025 em público nem em estrutura. Quem acompanha sabe. O esforço narrativo existe, é compreensível, mas não resiste à comparação com quem esteve nas duas edições.

O que 2026 teve de maior, de fato, foi uma só coisa: político.

Ano eleitoral tem dessas. O Pingo virou palanque informal, ponto de aparição e, sejamos diretos, garimpo de voto. Vieram candidatos que nunca tinham pisado no evento. Vieram outros que mal conheciam o caminho de Mossoró. E vieram alguns que, de tanto tempo sem aparecer por aqui, pronunciam até errado o nome daquilo que foram "prestigiar".

Não vieram pelo evento. Não vieram pela cultura. Vieram pingar para ver se pinga voto em outubro.

O Pingo da Mei Dia merece mais do que isso. E o eleitor também.



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Sem categoria

Serra do Mel vence Ipanguaçu nos pênaltis e garante vaga na final da I Copa do Vale

Por em 4 de junho de 2026 às 08:47:20

A Seleção Sub-20 de Serra do Mel conquistou uma vaga na grande final da I Copa do Vale. Após um confronto equilibrado que terminou em empate por 0 a 0 no tempo regulamentar contra a equipe de Ipanguaçu, a classificação veio em uma disputa emocionante por pênaltis, onde os atletas de Serra do Mel mantiveram o controle e garantiram a vitória.

Com o resultado, a equipe agora foca totalmente na preparação para a grande final da competição, agendada para o próximo dia 13 de junho. A partida decisiva será realizada na cidade de Assu, que é a sede oficial do torneio.

O desempenho dos jogadores e da comissão técnica foi muito elogiado pelo empenho em representar o município no campeonato. 

A campanha de Serra do Mel na competição conta com o suporte estrutural da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, mantendo as ações de incentivo e valorização do esporte local.



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Política

CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVA PROJETO QUE FLEXIBILIZA PUNIÇÕES A PARTIDOS

Por em 1 de junho de 2026 às 08:47:13
Hugo Motta no plenário da Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou em 19 de maio um projeto que flexibiliza regras aplicadas aos partidos políticos e pode reduzir o alcance de punições impostas pela Justiça Eleitoral.

A proposta recebeu 367 votos favoráveis e 86 contrários. O texto estabelece teto de R$ 30 mil para multas eleitorais, amplia o prazo para pagamento das sanções e reduz os prazos de prescrição de processos administrativos. 

Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, algumas das mudanças podem afetar a capacidade de fiscalização da Justiça Eleitoral e suscitar questionamentos sobre a constitucionalidade da proposta. O texto também determina a aplicação imediata das novas regras, inclusive em processos em andamento e em casos já encerrados.

A proposta foi aprovada menos de 3 horas depois da leitura do parecer em plenário e segue para análise do Senado. Entre as medidas estão a proibição do bloqueio de recursos dos fundos partidário e eleitoral no semestre das eleições, novas regras para fusão de legendas e a autorização para o uso de canais oficiais de mensagens para contato com eleitores.

Um dos pontos que geram debate é a redução dos prazos para análise de contas e aplicação de sanções. O projeto determina que o exame das prestações de contas tenha prazo máximo de 3 anos.

Depois desse período, os processos serão extintos. Também estabelece a aprovação automática das contas caso a Justiça Eleitoral não identifique irregularidades em até 1 ano depois do protocolo.



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Política

ALLYSON BEZERRA E O TETO QUE NĀO CEDE

Por em 31 de maio de 2026 às 11:04:56

As pesquisas para o governo do Rio Grande do Norte têm mostrado um padrão que merece atenção analítica: Allyson Bezerra lidera com consistência em vários cenários, mas oscila entre 35% e 38% há meses, independentemente do instituto ou da metodologia. O número não despenca, é verdade. Mas também não sobe.

Esse comportamento tem nome carimbado na ciência política: teto eleitoral. E ele funciona, ao mesmo tempo, como um sinal de força e um forte sinal de alerta.

A força está na consistência. Allyson chega a bater quase 38% num campo competitivo, o que, em votos válidos, representaria uma vantagem expressiva. Por outro lado, essa mesma constância revela um limite claro: o eleitor que ainda não foi para o seu lado parece resistente à conversão.

O dado mais revelador de todo esse cenário não é o percentual em si, mas o que aconteceu depois que ele lançou a estratégia das "167 Razões" e passou a percorrer o estado sistematicamente. O plano vem sendo executado com disciplina e visibilidade total. O ponteiro, contudo, não se moveu de forma significativa nas pesquisas seguintes.

Isso gera, de forma legítima, por qualquer analista as seguintes perguntas: o eleitorado fora da bolha de Allyson já o conhece e, mesmo assim, optou por não caminhar com ele? Ou ele ainda não conseguiu atingir uma penetração territorial suficiente?

Se a resposta for a primeira, o problema é de rejeição velada. Aquele eleitor que não diz "não" diretamente, mas se esquiva como indeciso e, na urna, escolhe outro caminho. Se for a segunda, é apenas uma questão de tempo e de ampliar o alcance da mensagem.

O que as pesquisas sugerem nas entrelinhas é que a campanha pode estar convertendo muito bem quem já estava propenso a votar nele, mas sem conseguir avançar sobre o eleitorado genuinamente indeciso, que representa uma fatia gigante do eleitorado potiguar dependendo do instituto.

Esse contingente é o verdadeiro campo de batalha de 2026. E, por enquanto, nenhum candidato demonstrou capacidade de capturá-lo de forma consistente. O teto de Allyson é um fato dado. 

O que ele significa para outubro depende exclusivamente do que os próximos meses revelarem sobre o comportamento desse eleitor que ainda não se decidiu.



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Política

BIBIANO PRESTIGIA A EXPOESTE EM CARAÚBAS

Por em 31 de maio de 2026 às 08:27:10

Na noite deste sábado, 30 de maio, o ex-prefeito de Serra do Mel, Josivan Bibiano, participou do encerramento da 8ª Exposição Agropecuária de Caraúbas, a Expoeste 2026. A presença teve um significado especial, sendo mais um reencontro com as origens.

"Esse chão é minha história de vida. Ver o que essa cidade construiu e se desenvolveu me enche de orgulho, porque eu conheço essa terra desde sempre. E a Expoeste é um dos símbolos bonitos desse crescimento", afirmou.

Segundo Bibiano, em apenas oito anos, Caraúbas ergueu a maior exposição agropecuária do interior do Rio Grande do Norte, sendo que em sua oitava edição reuniu números expressivos em prêmios, aproximadamente 2 mil animais em exposição, criadores de vários estados do Brasil e todas as baias comercializadas antes mesmo da abertura do evento. "Esses números traduzem algo maior do que estatística. O interior é forte e precisa crescer cada vez mais”, disse Bibiano.

Nascido na cidade e com trajetória construída em Serra do Mel, Bibiano tem no campo a base da sua visão política. "Saí de Caraúbas, fui para Serra do Mel, e o que aprendi nesses dois lugares tem um significado importante: quem sustenta o Rio Grande do Norte acorda cedo e depende do que a terra dá. Eu não aprendi isso em gabinete. Aprendi convivendo com o povo", destacou.

O impacto da Expoeste vai além do parque de exposições. Durante o evento, hotéis, pousadas, restaurantes e o comércio local registraram movimento intenso, fortalecendo a geração de renda em toda a região Oeste. "É assim que uma feira vira motor de desenvolvimento. É assim que o campo move uma região inteira. E é isso que o Oeste sempre mereceu", afirmou Bibiano.

Ao falar sobre o futuro do interior potiguar, Bibiano foi taxativo: "O interior precisa de quem briga por crédito rural, por assistência técnica, por estrada boa para escoar produção, por feiras que coloquem o nosso gado no mesmo nível do melhor do país. Eu sei o que precisa ser feito porque nasci aqui, vivi em Serra do Mel, e carrego o interior dentro de mim”.

E concluiu com a frase que resume sua visão: "o mais importante é não deixar parar. Não deixar parar o crescimento do campo. Não deixar parar o investimento no interior. Não deixar parar a valorização de quem acorda todo dia e faz esse Rio Grande do Norte produzir. Caraúbas me ensinou isso. E eu nunca esqueci”.



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Política

A ENGRENAGEM OCULTA QUE FABRICA NÚMEROS EM ANO DE ELEIÇÃO

Por em 30 de maio de 2026 às 11:00:16

É preciso separar o joio do trigo: os institutos de pesquisa sérios e tradicionais são fundamentais para a democracia, pois realizam um trabalho científico e técnico indispensável para entender as reais tendências da sociedade. 

O grande problema é que, no rastro desses profissionais de respeito, o período eleitoral também abre espaço para uma verdadeira esculhambação por parte de empresas de fachada.

O que deveria ser um mapeamento sério da realidade acaba se transformando, nas mãos desses aventureiros, em uma ferramenta escancarada de indução, usada apenas para moldar a cabeça do eleitor e criar falsas realidades de acordo com o interesse de quem paga a conta.

O jogo de bastidores desse mercado viciado é desenhado para manipular. O modus operandi é quase sempre o mesmo: os institutos vão primeiro a campo, colhem os dados de forma informal e analisam o cenário. Se o resultado for favorável ao candidato que contratou o serviço, eles correm e pedem o registro oficial para divulgar os números com pompa de dados científicos. 

Agora, se o resultado der errado e o cliente estiver lá atrás, a pesquisa morre na gaveta e o eleitor nunca nem sabe que ela existiu. É uma triagem viciada que só mostra o que interessa ao poder financeiro.

Para piorar o cenário de desconfiança, a própria legislação eleitoral é cheia de frestas que protegem essa falta de transparência. Hoje, a lei sequer exige que o resultado final e o levantamento detalhadamente tabulado sejam anexados junto ao número do registro da pesquisa no sistema do Tribunal Superior Eleitoral. 

O TSE regula o processo na teoria, mas, na prática, o cidadão que entra no site não encontra os dados finais compilados para checar a veracidade das informações. Essa ausência de obrigação legal transforma o portal de controle em um depósito de intenções, e não de realidades comprovadas.

A fraude e o direcionamento também acontecem de forma cirúrgica na escolha dos locais de entrevista, uma sutilidade metodológica que é quase impossível de ser rastreada ou contestada juridicamente. 

É muito simples enviar pesquisadores para bairros ou ruas específicas onde já se sabe, previamente, que determinado grupo político tem ampla vantagem. Quando esses dados enviesados são jogados na internet e na imprensa, o estrago na mente do eleitor já está consolidado.

Enquanto a Justiça Eleitoral não contar com equipes técnicas de estatísticos para auditar criteriosamente as amostras antes da divulgação, e enquanto a lei não exigir a publicação obrigatória dos resultados tabulados no próprio sistema de registro, o mercado de pesquisas continuará operando como um balcão de negócios, onde o voto do cidadão é o alvo de uma grande engrenagem de indução.



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Serra do Mel

Integrando a IGR Costa Branca, Serra do Mel segue no Mapa do Turismo Brasileiro

Por em 27 de maio de 2026 às 10:07:36

Tem cidade que ainda tenta descobrir sua identidade turística. E tem cidade que começa a ser reconhecida justamente porque decidiu valorizar aquilo que tem de mais verdadeiro. Serra do Mel segue nesse caminho.

O município foi novamente mantido no Mapa do Turismo Brasileiro, conforme publicação realizada pelo Ministério do Turismo, reconhecimento que reforça a importância da cidade dentro do planejamento turístico nacional.

Integrando a Instância de Governança Regional (IGR) Costa Branca, Serra do Mel consolida seu espaço como município estratégico para o fortalecimento do turismo regionalizado, garantindo acesso a políticas públicas, programas, investimentos, capacitações e ações de promoção turística.

Mas talvez o mais importante dessa permanência seja o que ela simboliza. Porque turismo não é apenas destino. É identidade.

E Serra do Mel tem uma identidade que poucos lugares conseguem copiar, que são  suas vilas, sua cultura, sua história construída pela força do povo e um jeito único de transformar simplicidade em pertencimento.

A permanência no Mapa do Turismo demonstra o compromisso do município com o desenvolvimento do turismo local, além de fortalecer o planejamento das ações voltadas ao setor.

E no fim das contas, cidades que aprendem a valorizar sua própria essência acabam conquistando algo maior, a relevância.



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Política

BIBIANO JÁ É O PRIMEIRO DO MDB, APONTA PESQUISA DATA CENSUS

Por em 27 de maio de 2026 às 06:09:44

Tem político que passa anos ocupando espaço. E tem político que começa a ocupar sentimento. Esse é o caso do ex-prefeito de Serra do Mel, Bibiano.

A pesquisa Data Census/Mega Portal RN, registrada no TSE sob o número RN-05857/2026, colocou o pré-candidato a deputado estadual entre os 14 nomes mais citados do Rio Grande do Norte, e como o primeiro colocado dentro do MDB.

Com 0,50% das intenções de voto em um cenário estadual com dezenas de nomes tradicionais, Bibiano começa a transformar presença regional em competitividade estadual. E talvez o dado mais importante da pesquisa não seja o número. Seja a origem dele.

Bibiano não surge da capital política do estado. Surge de Serra do Mel. Uma cidade do interior que aprendeu, há muito tempo, a transformar dificuldade em força.

Mais do que aparecer bem posicionado, Bibiano consolida um movimento que já chama atenção nos bastidores da política potiguar: uma pré-candidatura construída longe dos grandes centros, mas perto das pessoas.

Em um cenário onde muitos nomes já são conhecidos há décadas, Bibiano começa a ocupar um espaço diferente, o da novidade com identidade. E na política, quando um nome do interior começa a romper a bolha, isso não acontece por acaso.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de maio de 2026, ouvindo 2.000 eleitores em 71 cidades potiguares, distribuídas nas 19 microrregiões do estado. O levantamento tem margem de erro de 2,1% e nível de confiança de 95%.

As mudanças foram mínimas: corrigi a frase final, eliminei uma repetição (“começa a consolidar um movimento” virou construção mais direta), e troquei “possui” por “tem” no último parágrafo. O tom e a estrutura são seus.


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